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[Resenha/Crítica]: Bye Bye Jaqueline

Entre a leva de produções fílmicas nacionais deste ano, uma nova onda ganhou destaque aos olhos do público. Sendo este predominantemente de jovens e adolescentes, o foco destes projetos recai sobre atrações e subcelebridades voltadas a tal nicho, em especial, no plano da internet e YouTube. Nessa toada com integrantes como Meus 15 Anos, Eu Fico Loko e Internet – O Filme, o pouco badalado projeto curitibano Bye Bye Jaqueline, composto por profissionais locais e iniciantes, não chega a ditar novos rumos, mas oferta dose extra de fôlego ao emergente subgênero.

A premissa é banal e já presente há tempos no imaginário de qualquer pessoa que já viu-se cercado por adolescentes, festas, indecisões, amizades e rolos amorosos – ou, simplesmente, acompanhou qualquer obra de cunho semelhante vindoura a partir da década de 80. Jaqueline (Poliana Oliveira) é uma garota tímida de Ensino Médio. Sempre rodeada de sua eloquente amiga Amanda (Gabrielle Pizzato), a garota, em sua cena de introdução, apresenta seus desejos sobre Fernando (Victor Carlim), o denominado crush da trama. Em meio a rodeios, conflitos e desilusões, a trama avança e oferece um lado mais naturalista destes eventos que os supracitados longas, para o bem ou para o mal.

Vícios estilísticos e narrativos, como grafismos e narrações (irrompendo a quarta parede ou não), ficam de lado neste longa. A trama recorre inteiramente ao humor (por vezes, lúdico) de suas micro-situações e os eventos ocasionados por estas. Este humor absurdo pontua certa quebra de conforto do espectador, mesmo não avançando e desenvolvendo a trama, propriamente. É, no entanto, uma agradável forma de arrancar risos do público (especialmente a participação de Wellington Sari, também roteirista do longa). Os devaneios presentes nestes momentos, assim como nos que são apresentados pelo íntimo de Jaqueline, transportam a narrativa e espectador à uma zona única do filme, imediatista em seu emprego. Perda da virgindade, apresentação escolar, limpeza da casa; tudo isso transmuta-se em sequências quase oníricas, que abalam a ordem estrutural da narrativa e cravam a memória do espectador. Um lance não original, mas sábio e efetivo.

As pequenas esquetes evidenciam, infelizmente, a fragilidade da estrutura do roteiro, ainda que obedecendo a uma ordem de eventos causais, é falha por apostar seus máximos esforços nos tiques cômicos e trio principal, perdendo rumo e objetivo a partir de seu segundo ato. Resolvendo seus dilemas já na metade da projeção, o ritmo, que antes apresentava-se embromado, esfacela-se diante da decisão de retomar interações entre os indivíduos em vez de definir rumo para tais eventos e ações. Esta fuga do que poderia ser encarado como padronizado, porém, escancara mais uma das fragilidades da produção: as atuações.

Num filme mais comprometido a embarcar seus espectadores a fundo no íntimo e relacionamentos de seus personagens, principalmente se boa parte de sua narrativa dependesse disso, a escalação ou direção de seus atores teria sido mais elaborada. Praticamente toda e qualquer fala de Jaqueline (protagonista!) escora-se na estúpida muleta interpretativa do gaguejo. A hesitação até mesmo em falas triviais com familiares ou amigos exprime a incompetência da atriz, que encarna a personagem que dá nome ao título. O restante do trio não chega a ser excepcional, mas distancia-se de apelações usuais – ainda que pareçam, em certos momentos, estar lendo as (artificiais) linhas do script.

Tal artificialidade reside também nas tentativas de inserção do personagem Marchesi (Leonardo Oliveira) em meio ao trio como o elemento de confrontamento entre estes. Ainda que não recaia-lhe o simples papel de vilão e com emprego usual do arquétipo, o personagem é visto dentro e fora da trama como antagonista, introduzindo pequenas disrupções entre Jaqueline e Fernando. A motivação por trás disto não é explorada (e talvez não devesse ser), mas reforça o tom artificial de sua introdução à trama ao rodar entre aposta e desejos pessoais.

Roubando a cena, Amanda não acerta sempre no timing de suas investidas, mas oferece uma carga de apreço e repulsa, por sua intimidade com a protagonista e seus arroubos cômicos, respectivamente. Fernando até consegue fugir do estereótipo de personagem babaca, dependendo, contudo, da inexpressividade de seu intérprete, que causa embaraços numa meia-dúzia de cenas. A comunicação entre o trio (ou quarteto, com a entrada de Marchesi) é calcada por tais incongruências, mas há honestidade em seus dilemas e interações, aproximando público e obra a perspectivas tangíveis, mesmo que retratadas com pouca sensibilidade.

Anderson Simão, diretor do filme, enfrenta problemas quanto a decupagem do longa. Os enquadramentos propostos pelo cinematógrafo Daniel Florencio, inúmeras vezes, cortam parte do personagem em cena (inclusive, em simples planos americanos). A ausência de afirmação de um estilo minimamente próprio, fragilizado pelo campo de foco reduzido em boa parte do filme, cria um senso de artificialidade dentro da atmosfera proposta, além de dar aquele gosto de “mais do mesmo”. Diversos são os momentos que beiram o amadorismo. Um exemplo são as cenas na quadra de voleibol: compostas claramente por somente uma equipe em quadra, os cortes alternam-se rapidamente entre os “lances”, com uma péssima localização espacial – que, embalada pela trilha sonora que acompanha o decorrer do filme, soam bem patéticas. O próprio auxílio da captura de som corrobora com a problemática, rompendo o senso diegético em meio a dublagens posteriores e edição de som.

Com certo amadurecimento e tomando maiores riscos que seus predecessores do formando cenário, Bye Bye Jaqueline cai em fáceis e estúpidas tentações, comprometendo seu resultado final. Suas falhas percorrem todos os aspectos do filme, e, mesmo com eventuais investidas enérgicas em campos até inusitados, o resultado deixa a desejar. Um tchauzinho à protagonista mas não às convenções que asfixiam o surgente padrão de filmes adolescentes.

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Categoria: Arthur Salles, Detalhando, Em Cartaz, Resenhas de Filmes, Romance

Sobre o autor ()

Formando em Direito, adentrou no mundo do Cinema ao descobrir O Poderoso Chefão numa antiga locadora. Ainda nutre uma enorme paixão por videogames, futebol (gremista sofredor) e o que mais o tempo (e paciência) permitir. Curitiba/PR.

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