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[Resenha/Crítica]: 50º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou, em setembro de 2017, a sua 50ª edição. Contando com dez dias de duração, 15 a 24. Um evento com tudo o que o cinema brasileiro tem a proporcionar. Além das mostras competitivas com longas e curtas, várias outras mostras, debates sobre a fomentação do cinema brasileiro, Festivalzinho – filmes para crianças, Futuro Brasil, composta por filmes em finalização, retrospectivas, seminários, debates, palestras, oficinas, lançamentos de livros e DVDs.

Aqui falarei sobre alguns dos longas e curtas assistidos durante o festival:

 

TENTEI, Direção: Laís Melo, 2017. (Curta)

Uma construção que dói.

Alguns curtas não deveriam ser curtas, de tão bom mereciam ser longas. É o caso de Tentei, agraciado com os troféus de melhor atriz e melhor fotografia no Festival de Cinema de Brasília – 2017. Tentei, todo centrado em Glória, uma mulher que decide denunciar o marido por agressão. 
Tentei é um filme silencioso, dolorido, sensível e urgente. É uma dor que está bem perto de nós. Patricia Saravy nos magnetiza desde o primeiro frame, ela vem devagarinho e rapidamente já estamos com aquele penar. Que soco.

 

ABAIXO A GRAVIDADE, Direção: Edgard Navarro, 2017.

Anarquia versus realidade.

Edgard Navarro está em seu terceiro filme e a anarquia é o principal motor que rege o seu trabalho. Ele tem uma mente insanamente cheia de graça e sem pudores. Ontem apresentou o seu Abaixo a Gravidade no Festival de Cinema de Brasília, e não poderia ser diferente, ele quer “causar”. E assim o faz.

Abaixo a Gravidade parte de uma história simples, Bené, um senhor que leva uma vida calma, no interior, depois que conhece Letícia vai para a cidade grande, descobrindo que está doente.E assim vai por momentos transcendentais, encontra antigos amigos e outros de rua.

Edgar Navarro brinca com momentos. Ele não se prende ao correto, pelo contrário, ele quer passear pelo real sem deixar “as sacanagens” de lado, passando pela velhice, amor, pobreza, sonho, desejos ocultos, religião… E ainda “homenageia” grandes momentos do cinema, como a cena do poster do filme.

Abaixo a Gravidade é uma viagem de experimentações, e isso sempre faz bem para o audiovisual. Edgard Navarro, o provocador!

 

ARÁBIA, Direção: Affonso Uchoa, João Dumans, 2017.

Um grande flashback sobre a vida de um trabalhador que sofre um acidente.

A vida de Cristiano parece a de muitos outros trabalhadores. A narração interminável não me deixa entrar “de cabeça” naquele roteiro, mas mesmo assim existem momentos deliciosos, como a discussão sobre o que é melhor de carregar, areia ou mexerica, cimento ou telha, e assim vai. Ah, os primeiros minutos focado no garoto que acha o diário de Cristiano é bem delicado e preciso.

 

ANTÔNIO UM DOIS TRÊS, Direção: Leonardo Mouramateus, 2017.

Uma vida em vários (ótimos) momentos.

Como é bom acompanhar as reviravoltas da vida de Antônio. Ele foge de casa, ajuda um amigo numa peça de teatro e conhece uma brasileira, vinda da Rússia e que passará algumas horas em Lisboa.
A direção de Mouramateus vai moldando seus personagens, para logo mais “quebrar” barreiras que seriam inatingíveis. E o bom humor é o que perpassa todo o roteiro.
Respire aliviado.

 

ERA UMA VEZ BRASÍLIA, Direção: Adirley Queiroz, 2017.

Mudaram as estações.

E se existisse um filme que não houvesse explicação de muita coisa, ou se nesse mesmo filme você ficasse se perguntando o porquê daquilo, ou ainda, você não entendesse as elipses envolvidas na proposta do que é visto e, ainda assim, você achasse aquilo tudo ousado e grande como “cinema”?

Pois é bem assim que o cineasta de Brasília, Adirley Queiroz apresenta o seu mais novo filme, Era Uma Vez Brasília.

Um agente intergaláctico, por ter feito loteamento ilegal, é mandado à Terra, precisa assassinar o presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek. A sua nave passa por grandes problemas e ele só consegue chegar depois de muitos anos, em 2016, onde acontece o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Quem conta isso é Marquim do Tropa. Andréia ajudará a montar um exército para acabar com monstros que sobrevivem no Congresso Nacional.

Adirley trabalha com os recursos que tem e consegue, emocionalmente, ser inteligente com o todo. Os seus atores, desconhecidos do grande público, são gente como a gente, isso ajuda na interação. Não vemos a luz do dia, tudo é escuro, são tempos estranhos, tudo está acabando, mas o escuro, com pequenos focos amarelados – lâmpadas de rua, e assim o cinema vai ficando gigantesco, com uma fotografia de encher os olhos, com ares de “estamos em um mundo devastado”.

Várias cenas parecem não ter fim, como a de Marquim observando uma manifestação na Esplanada dos Ministérios, ou quando o agente, em viagem, faz o seu alimento – churrasco, isso causa desconforto, para o bem ou para o mal, o desconforto está instalado. Poucas palavras são ouvidas, o silêncio impera quase sempre. E para não esquecer do que se trata, de vez em quando ouvimos as falas de Dilma e Temer.

As ambientações do metrô remetem-se aos filmes futuristas, e ali é fácil perceber o cinema de guerrilha que Adirley faz. Ele abraça situações. Mas não é filme fácil para grandes multidões, pois o seu contexto pode ser modificado de um momento para o outro, nada é “mastigado” para o óbvio, com início, meio e fim. Ele subverte o que vemos.

Na mesma noite tivemos um curta, Carneiro de Ouro, em que Adirley é produtor. Carneiro de Ouro é o oposto de Era Uma Vez Brasília. A história de Dedé Rodrigues, um cineasta do Piauí, que faz cinema com quase nada, apenas com uma pequena câmera, muita boa vontade e amor pelo o que faz. Dedé é personagem pronto, seu semblante de homem simples combina com sua graça inocente e, desde já, queremos muito mais de Dedé Rodrigues.

Carneiro de Ouro é do riso fácil e descoberta de um cineasta que poderia ser abraçado pelo mundo por sua hombridade e inocência. Era Uma Vez Brasília é filme duro, com grandes elipses que podem ser entendidas na segunda ou terceira vez vista. É filme que não te pega pelo cabresto, é filme aberto para o entendimento de cada um que o vir. Não é fácil. É ame ou deixe-o. É certeza que Adirley Queiroz irá abraçar o mundo inteiro com sua engenhosidade e o seu cinema de experimentações. Era Uma Vez Brasília é seu terceiro filme e recebeu menção especial no Festival de Locarno, na Suíça.

 

POR TRÁS DA LINHA DE ESCUDOS, Direção: Marcelo Pedroso, 2017.

Você escolhe o que sentir.

Quando se escolhe fazer um filme, o realizador sempre colocará seus pontos de vista sobre o assunto pretendido. É difícil ser imparcial com o todo. O equilíbrio pode fica distante. Por Trás da Linha de Escudos, Marcelo Pedroso, o diretor, pode ir por um lado e nós, espectadores, poderemos ir por outro.

O documentário é sobre policiais militares de Pernambuco. O diretor “entra” na corporação para entender como seria o status quo daqueles que “precisam” manter a ordem.

E isso acontece. Em suas entrevistas a gente consegue ver sentimento e os porquês das violências envolvidas. Em certo momento, uma policial mostra suas fotos no facebook, sua intimidade de corporação, atos estranhos para nós, são momentos de felicidade para ela. Tudo o que engloba os policiais é sincero, da parte deles.

O filme compara situações dos embates, e dos “agradecimentos” pessoais aos policiais. A trilha sonora usada dá um certo teor vilanesco ao que vemos. A fina linha irônica existe sempre. A gente sente o que é permitido.

Vimos a visão dos policias pernambucanos, não vimos os sentimentos dos manifestantes. A escolha é essa.

Por Trás da Linha de Escudos serve para entrarmos naquela entidade que, grosso modo, está para manter a ordem. Cada um vê como quer.

 

O NÓ DO DIABO, Direção: Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé e Jhésus Tribuzi , 2017.

Resquícios de um passado sombrio.

O cinema brasileiro tem evoluído constantemente, trazendo novas experimentações, suas narrações e amarrações mostram que as produções não precisam seguir sempre uma mesma cartilha. Hoje temos filmes com uma gama de nuances, abraçando várias vertentes, de e para todo tipo de público, são filmes que contemplam a sociedade contemporânea.. mais em O Nó do Diabo

 

CONSTRUINDO PONTES, Direção: Heloisa Passos, 2017.

Na ditadura muita coisa não é falada, nas famílias também não.

Desde o seu início é perceptível que será um filme familiar, íntimo, um filme caseiro.
Um lugar foi devastado, Sete Quedas, para ser construído a Usina de Itaipu.
O pai de Heloísa ajudou a construir rodovias e ferrovias, na época do militarismo.

A conversa começa. O seu pai é o centro. Só ouvimos a voz da diretora e filha. Mas em certo momento ela larga a câmera e o cenário muda de figura, ela aparece, mas os dois estão em lados opostos. Ele celebra os tempos da ditadura, ela reage. Ele celebra Sérgio Moro, ela reage.

O que precisa para ter uma boa sincronização?

Pai e filha, filha e pai. Heloísa é a narradora das situações. Ela abre os seus sentimentos sobre “o peso do passado” político, social e familiar.
Existe uma dureza na relação filha-pai. Mas também vem junto um tanto de aceitação e até cumplicidade.

Heloísa Passos gravou sozinha os momentos de conversa com seu pai, talvez por isso tudo fica original, com bastante sentido.

Construindo Pontes é uma (re) construção familiar. A discussão é real, mas existe intimidade, existe fraternidade dura e existe uma revisão que faz sentido para Heloísa e para nós.

 

CAFÉ COM CANELA, Direção: Ary Rosa, Glenda Nicácio, 2017.

Um cinema de sinceridade.

Uma perdeu o filho há anos, a outra tem outras perdas do passado. Uma vive sozinha, com seus fantasmas, a outra está casada e cuida da sua avó. O encontro das duas é inevitável.
Cada uma com sua dor. E a dor precisa ser curada. O afeto, a delicadeza e a sinceridade ajudam na cura.

Café com Canela tem 99% de seu elenco de atores negros, e ainda precisamos falar quando isso acontece, pois, em todas as áreas, o negro não tem a devida chance em se estabelecer.

Café com Canela é dramático, mas não é pesado, ele tem momentos de muita graça, principalmente com a amiga da protagonista. E o maior “pesar” chega com Margarida, que depois de anos ainda vive o sofrimento da perda de seu filho. As suas cenas são intensas, vive sozinha com sua dor, e parece não querer sair dela.

O ator Babu Santana, o eterno Tim Maia, é o mais conhecido do elenco, e aqui faz um tipo diferente do que já fez. Ele interpreta um homossexual, casado com um homem mais velho.

Café com Canela traz momentos simples, mas cheio de significados. Um olhar, um afago, um brincar, tudo são partículas para um momento a mais. E ele é cheio de momentos assim. Seja na cena das três portas, ou no colo da avó, ou no coar de um café e, até, quando Violeta quebra a quarta parede e nos dá uma “olhada marota”.

Café com Canela é um afeto que pode ser passado, e tal emoção pode transformar uma, duas ou mais vidas. É o Recôncavo baiano mostrando os seus anseios, suas dores e o seu afeto. E ele ganha pela simplicidade de seus atos.

 

VAZANTE, Direção: Daniela Thomas, 2017.

No tempo em que o mundo nem era mundo.

O filme Vazante, de Daniela Thomas, é de um tempo misterioso bem perto de nós. Aqui estamos em 1821, parece há muito tempo, mas não, está mais perto do que a gente pode imaginar. Na cidade de Minas Gerais, agora fica mais intrínseco ao nosso patriarcado, que teima em se sustentar em pleno século XXI…mais em Vazante.

 

MEU CORPO É POLÍTICO, Direção: Alice Riff, 2017.

A hora de aparecer.

Documentário sobre o dia a dia do homem transexual Fernando Ribeiro, as mulheres transexuais Giu Nonato e Paula Beatriz e a artista queer Linn da Quebrada.
Todo mundo está aí, e aqui vemos singelezas de seus momentos em casa, trabalhando, com amigos ou militando em suas causas. E o “aparecer” nunca esteve tão em evidência. É preciso.

 

MÚSICA PARA QUANDO AS LUZES SE APAGAM, Direção: Ismael Caneppele, 2017.

Misturas de conflitos.

Emelyn está em transição para a identidade masculina. Será acompanhada pelos amigos, sua família e uma mulher, que parece estar trabalhando em algo quanto ao gênero.

O filme se diz documentário, e o é, mas não se prende a nada. Em alguns momentos fica claro que é ficção, mas não faz mal, enriquece o momento.

A personagem de Júlia Lemmertz, a mulher que acompanha Emelyn/Bernardo, serve como contraponto entre ficção e realidade. Sempre com voz e semblante terno, está ali para “abraçar situações”, ouvir, conversar…

O filme não cria situações de embaraços ou grandes discussões, ele apenas dá vazão para um entendimento que flerta com o onírico e o real.

 

NADA, Direção: Gabriel Martins, 2017. (Curta)

O que você quer ser quando crescer?

O curta é de 27 minutos, mas bem que poderia ser um longa de 2 horas.
A história de Bia, que perto de fazer o ENEM, decide que não quer fazer nada. E isso gera conflitos em casa e na escola.

A protagonista é vivida pela rapper Clara Lima, de 17 anos. E o roteiro faz graça de uma certeza que a garota acha que tem. E o filme é todo centrado nisso. Clara Lima, com suas tiradas, é certeza de riso e “certezas nas decisões”. Participação especial de Karine Teles.

 

PENDULAR, Direção: Júlia Murat, 2017.

É sobre criação, absorção, comunicação e nascimento.

Ela, bailarina, ele, escultor. Os dois precisam criar movimentos que permeiam seus trabalhos. A criação de um reflete no outro.

Assim, nem tudo é absorvido. Coisas ficam no meio do caminho. A falta de comunicação pode atrapalhar e poderá ajudar. Mas também pode vir com sofrimento. Eles não podem ultrapassar o limite do outro…mais em Pendular.

 

NÃO DEVORE MEU CORAÇÃO, Direção: Felipe Bragança, 2017.

Quase nada.

Não acredito que alguém saia de casa com ideia formada, sobre algum filme, antes de vê-lo. Brincadeira, acredito sim. Muitos querem odiar, mas muitos querem amar também. Não custa tentar ser imparcial em qualquer obra. Sobre os filmes brasileiros, particularmente, sempre vou de “bom grado”, quero gostar sempre, o patriotismo me faz alçar voos maiores…mais em Não Devore Meu Coração.

 

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Categoria: Detalhando, Especial, Festival de Brasília, Nacional, Primeiras Impressões, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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