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[Resenha/Crítica]: Pendular

É sobre criação, absorção, comunicação e nascimento.

Ela, bailarina, ele, escultor. Os dois precisam criar movimentos que permeiam seus trabalhos. A criação de um reflete no outro.

Assim, nem tudo é absorvido. Coisas ficam no meio do caminho. A falta de comunicação pode atrapalhar e poderá ajudar. Mas também pode vir com sofrimento. Eles não podem ultrapassar o limite do outro.

Aquelas esculturas precisam ter formato. O formato precisa ser pendular. O pêndulo vai pra baixo e dá voltas. A vida da bailarina e do escultor também está dando voltas. Ele quer ter um filho, ela não está preparada para isso. Há o silêncio.

Os corpos se entrelaçam. O sexo é como uma dança, e faz do balé dos corpos uma entrega que desenha os movimentos. E os movimentos vão aparecendo, na dor, no choro, no stress, na desilusão, na sofreguidão e no afago.

Pendular é quase todo feito em um único ambiente, um galpão, e nesse lugar existe saída, mas apenas uma saída, o embate se faz necessário, ou a fuga seria a única opção. E assim as coisas vão tomando forma. Objetos, palavras, silêncios, conhecimentos vão sendo solidificados. O nascimento não é simples, ele precisa ser com dores, isso faz parte da criação.

A diretora Júlia Murat faz um filme em que camadas vão chegando aos poucos. De início (e sempre) é um estudo da criação de um trabalho. Poderia ser qualquer outro trabalho, artístico ou não, mas aqui é mais sobre ela, a bailarina e sua dança. Ela precisa criar, e seus momentos surgem, mas não é como um estalo de dedos. É o movimento que vem sem aviso prévio. Mas também é o anseio da mulher contemporânea, a mulher livre, ela quer amar e ser amada, sem amarras. Ela é dona de si. E o embate acontece. O conflito vem e vai. E arte aparece.

Pendular chega como um trabalho de conflito que gera arte. É a criação dos movimentos que ficarão expostos para quem quiser apreciar.

#FestivaldeCinemadeBrasília50Anos

 
Nota do CD: 4.5/5
Sinopse:Um jovem casal se muda para um grande galpão industrial abandonado. Uma fita laranja colada no chão divide o espaço em duas partes iguais: à direita o ateliê de escultura dele, à esquerda o estúdio de dança dela. Pendular acontece neste ambiente onde arte, performance e intimidade se misturam; e onde os personagens perdem aos poucos a capacidade de distinguir entre seus projetos artísticos, o passado de cada um e sua relação amorosa.
Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Direção: Júlia Murat
Roteiro: Júlia Murat, Matias Mariani
Produção: Júlia Murat, Tatiana Leite
Fotografia: Soledad Rodríguez
Estúdio: Cepa Audiovisual, Esquina Filmes, MPM Film, Syndrome Films
Elenco: Felipe Rocha, Larissa Siqueira, Marcio Vito, Martina Revollo, Neto Machado, Raquel Karro, Renato Linhares, Rodrigo Bolzan, Valeria Barretta
Distribuidora: Vitrine Filmes
Co-produção: Juliette Lepoutre, Andrés Longares, Pierre Menahem, Júlia Murat, Felicitas Raffo, Julia Solomonoff, Canal Brasil e Telecine.
Diretora de arte: Ana Paula Cardoso
Figurinista: Preta Marques
Editores: Lia Kulaukauskas, Marina Meliande
Som direto: Catriel Vildosola/ Desenho de som: Daniel Turin Fernando Henna
Compositores: Lucas Marcier, Fabiano Krieger
Casting: Maria Clara Escobar
Coreografias: Flavia Meireles
Esculturas: Elisa Bracher, Marina Kosowski

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Categoria: Detalhando, Drama, Em Cartaz, Festival de Brasília, Nacional, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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