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[Resenha/Crítica]: Não Devore Meu Coração

Quase nada.

Não acredito que alguém saia de casa com ideia formada, sobre algum filme, antes de vê-lo. Brincadeira, acredito sim. Muitos querem odiar, mas muitos querem amar também. Não custa tentar ser imparcial em qualquer obra. Sobre os filmes brasileiros, particularmente, sempre vou de “bom grado”, quero gostar sempre, o patriotismo me faz alçar voos maiores. E assim eu vou.

Não Devore Meu Coração estreou em janeiro deste ano no Festival de Sundance. Felipe Bragança, diretor e roteirista do filme, faz seu primeiro filme sozinho na direção. Ele é o roteirista dos ótimos Praia do Futuro e O Céu de Suely.

Não Devore Meu Coração conta a história do garoto Joca, apaixonado por uma índia, Basano, eles vivem na fronteira Brasil-Paraguai. Joca vive com seu irmão Fernando e sua mãe Joana, depois que seu pai saiu de casa. Fernando não gosta do ambiente em que vive, está envolvido com uma gangue de motoqueiros, mas tenta dar uma boa educação para o irmão.

O filme tenta ser uma fábula, quase como a história de Romeu e Julieta, um amor impossível, mas que pode vencer barreiras do inconformismo e do preconceito. De início, acreditamos que virá por um viés mais implícito, com menos ação e mais pormenores, mas sutileza não é o seu nome, infelizmente. E, ainda, o que não ajuda a entrarmos na história é o desempenho dos não-atores que são os protagonistas, salvo Cauã Reymond, que faz uma boa dobradinha com seu irmão Joca, e que ganharia se a ação principal fosse focada na relação dos irmãos, pois todo o contexto da parte dos motoqueiros é quase nada, sendo um lenga-lenga que não diz a que veio. E por isso o filme se perde, tenta contar várias “historinhas” e nem uma delas é grande demais para ser apreciada, em momentos o drama fica, involuntariamente risível.

A fotografia do filme, em alguns momentos, é de encher os olhos, bem bonita, e aproveita dos belos cenários a que estão expostos. A direção de Felipe Bragança é apenas correta, mas é vacilante em cenas de “exagero de emoções”, não sendo condizente com o clima apresentado. A participação do ator Leopoldo Pacheco e do cantor-ator Ney Matogrosso são interessantes, mas não consegue dizer muito com tão pouco. A pequena cena de Leopoldo com Cauã é uma das melhores do filme, mas fica com gosto de quero mais, e o mago de Ney Matogrosso até faz uma boa entrada e só, mais nada.
Não Devore Meu Coração, o nome do filme acaba sendo o melhor que ele tem.

#FestivaldeCinemadeBrasília50Anos

Nota do CD: [Rating: 2/5]
Sinopse:Joca, um menino brasileiro de 13 anos, e Basano La Tatuada, uma menina indígena paraguaia, vivem na fronteira entre os dois países. Joca está apaixonado por Basano e quer fazer de tudo para conquistar seu amor.
Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Direção: Felipe Bragança
Roteiro: Felipe Bragança
Produção: Marcos Prado, Marina Meliande
Fotografia: Glauco Firpo
Trilha Sonora: Baris Akardere
Elenco: Adeli Benitez, Cauã Reymond, Cláudia Assunção, Eduardo Macedo, Leopoldo Pacheco, Marco Lori, Mario Verón, Ney Matogrosso, Zahy Guajajara
Estúdio: Canal Brasil, Globo Filmes
Montador: Jon Kadocsa
Distribuidora: Fênix Distribuidora de Filmes

 

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Categoria: Detalhando, Drama, Festival de Brasília, Nacional, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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