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[Resenha/Crítica]: Colossal

Qual é o seu monstro de estimação?

Pelo trailer do filme, vemos uma mulher que, sem saber o porquê, parece ter o poder de controlar um monstrengo asiático, destruidor da cidade de Seul. Mas qual a ligação dela com o monstro? Que poder é esse? Seria um filme no estilo de Godzilla e afins? Vamos começar lá do início.

Gloria é uma mulher com os seus trinta e poucos anos, acaba de perder o emprego e ganhou um chute na bunda do seu namorado. Ela decide voltar à cidade de sua infância, lá encontra um amigo dos tempos de escola, Oscar, que a ajuda a mobiliar sua nova casa e lhe dá um emprego de garçonete em seu bar. Gloria está cheia de conflitos emocionais e existenciais e gosta de “tomar umas” pra relaxar das tensões. Oscar tem dois amigos, Tim e Garth, que logo ficam íntimos dela. Enquanto Gloria e Oscar vão se reconhecendo, colocando as memórias e as coisas no lugar, eles também vão acompanhando, pela internet e pela tv, a cidade de Seul sendo atacada por um “bichão” gigantesco. Gloria começa a perceber que seus “tiques” e tudo o que ela faz reflete no monstrengo do outro lado da terra. Agora Gloria precisa aprender a lidar com tal situação.

A melhor sacada do roteiro é ter a sua protagonista feminina, pois, pelo seu início, é clara a ótima inversão de papéis. O namorado de Gloria arruma suas malas e a coloca pra fora de casa. Já vimos isso, ao contrário, milhares de vezes. Gloria, no bar, faz um comentário de que os homens nunca apresentam seus amigos “mais bonitinhos” para as mulheres e logo depois pede o endereço do “amigo mais bonitinho” pra conhecê-lo melhor. E esse amigo sempre acha que está passando dos limites. São situações masculinas e femininas, mas sem precisar apontar o papel que o homem ou a mulher deve desempenhar. Colossal, a toda hora, vai desmistificando esses papéis, pois tudo é intrínseco ao ser humano, todos são passíveis de qualquer sentimento ou atitude, sendo homem ou mulher. Esse protagonista em outros tempos seria vivido por Tom Cruise, Will Smith ou Adam Sandler e aqui temos uma mulher, Anne Hathaway ( Interestelar), leve e solta, com um papel da sua altura, desempenhando de maneira formidável uma mulher em tempo de descobertas. Mas seu coprotagonista, Jason Sudeikis (Família do Bagulho), não faz feio, com um personagem cheio de camadas e com ótimas sacadas, se mostrando não só um bom comediante, mas um ótimo ator. Tanto Hathaway quanto Sudeikis estão rápidos ao que pede o roteiro. Eles mudam e vibram do trágico à tristeza, do engraçado ao melancólico, com a mesma força interpretativa. Coisa linda de ver.

Colossal é daqueles filmes tipo Quero Ser John Malkovich, Onde Vivem os Monstros e Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, que são filmes “maluquinhos” com muito mais do que eles aparentam ter, se mostram nas entrelinhas, existe toda uma delicadeza ao mostrar o que o ser, chamado de humano, está passível de ser e fazer. Colossal não é filme sobre um “bichão” do mal, devastando uma cidade, é filme sobre o “bichão” que existe em cada um de nós. E é bem triste. E é bem lindo. Colossal é permeado por dois sentimentos que estamos acostumados a ter: menos do bom humor e mais da melancolia. Uma linda alegoria dos tempos atuais.

E o orquestrador de toda essa história é o espanhol Nacho Vigalondo, que roteirizou e dirigiu Colossal. Ele conseguiu juntar vários elementos em uma única história, de um jeito surreal, inventivo e original, trazendo o ciúme, a inveja, a ira, a tristeza, vários dos sentimentos que estão atrelados a nós, e que “o monstro” pode ser domesticado ou jogado para bem longe, dependendo de cada situação. A mais bela surpresa do ano, Colossal é daqueles filmes que precisa ficar na estante e, de tempos em tempos, vê-lo novamente, ele só tende a crescer.

Fiquemos de olho nos nossos “monstros”.

Nota do CD:

[Rating: 4/5]

Sinopse:Gloria é uma mulher com os seus trinta e poucos anos, acaba de perder o emprego e ganhou um chute na bunda do seu namorado. Ela decide voltar à cidade de sua infância, lá encontra um amigo dos tempos de escola, Oscar, que a ajuda a mobiliar sua nova casa e lhe dá um emprego de garçonete em seu bar. Gloria está cheia de conflitos emocionais e existenciais e gosta de “tomar umas” pra relaxar das tensões. Oscar tem dois amigos, Tim e Garth, que logo ficam íntimos dela. Enquanto Gloria e Oscar vão se reconhecendo, colocando as memórias e as coisas no lugar, eles também vão acompanhando, pela internet e pela tv, a cidade de Seul sendo atacada por um “bichão” gigantesco. Gloria começa a perceber que seus “tiques” e tudo o que ela faz reflete no monstrengo do outro lado da terra. Agora Gloria precisa aprender a lidar com tal situação.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Ficção Científica
Direção: Nacho Vigalondo
Roteiro: Nacho Vigalondo
Elenco: Agam Darshi, Andrew Tait, Anne Hathaway, Austin Stowell, Christine Lee, Dan Stevens, Eoin Bates, Hannah Cheramy, Jason Sudeikis, Miho Suzuki, Rukiya Bernard, Sarah Surh, Tim Blake Nelson
Produção: Dominic Rustam, Nahikari Ipiña, Russell Levine, Zev Foreman
Fotografia: Eric Kress
Montador: Ben Baudhuin, Luke Doolan
Trilha Sonora: Bear McCreary
Duração: 110 min.
Ano: 2016
País: Canadá / Espanha
Cor: Colorido
Estreia: 15/06/2017 (Brasil)
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Brightlight Pictures / Sayaka Producciones Audiovisuales
Classificação: 10 anos

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Categoria: Comédia, Detalhando, Drama, Em Cartaz, Ficção, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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