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[Resenha/Crítica]: T2: Trainspotting

Por Hilda Lopes Pontes

 

O reflexo das más escolhas da juventude de cada um. Esse é o foco da continuação do filme de 1996 de Danny Boyle. O diretor traz de volta a história que o consagrou e marcou seu estilo como realizador mostrando o que aconteceu com cada um dos amigos, ex-viciados em heroína, incluindo o protagonista Renton (Ewan McGregor).

Vinte anos depois de roubar os seus três amigos (Spud, Begbie e Sick Boy), Renton tem um problema súbito no coração e decide voltar para casa para fazer as pazes com seu passado, trazendo à tona as lembranças e os rancores de uma juventude conturbada.

O maior trunfo do longa é mostrar para o espectador o que aconteceu com os amigos, comprovar que, de fato, eles continuam perdedores sem achar um rumo certo na vida. E essa informação é dada com um cuidado estético afiado, as conexões entre passado e presente são representadas visualmente e com rimas temáticas, como a ida ao mesmo banheiro do primeiro filme ou com a dança de McGregor em seu quarto com o mesmo papel de parede de trenzinho.

Contudo, o que dá mais potência ao filme, termina sendo também, muitas vezes, um tiro no pé. Porque, se no princípio a obra parece ter segurança e não subestimar o espectador, remetendo ao seu filme anterior com classe, posteriormente, começa a colocar cenas de flashback quase que explicando as referencias. Além disso, as personagens falam incansavelmente que passaram 20 anos, como se a temática do “once a loser, Always a loser” necessitasse de desenho para se entender e como se a plateia precisasse lembrar que aquilo é uma continuação.

Boyle mantém os planos frenéticos, com uma montagem dinâmica, que consegue traduzir a maneira como as personagens veem o mundo, sendo competente em ambientar o espectador no universo revisitado. O diretor também experimenta trazendo novos elementos como o uso do snapchat e de textos escritos na tela, quase que para atualizar como é o ócio nos dias de hoje.

Trainspotting continua sendo um bom relato sobre a falta de rumo na vida, acrescentando em sua continuação um esforço de expor que, mesmo deixando a heroína, ela nunca havia deixado eles. O filme consegue destacar sua mensagem tanto em texto como visualmente, contudo, termina reafirmando tanto essa mensagem a ponto de deixá-la repetitiva e até meio vazia, podendo deixar a dúvida da razão da existência da obra.

 

Nota do CD:
[Rating: 2/5]

Sinopse:
Sequência de Trainspotting – Sem Limites (1996), mostra Renton retornando à sua cidade natal vinte anos depois. Livre das drogas e do comportamento inconsequente e com um emprego fixo. Entretanto, Sick Boy,  Spud e Begbie não conseguiram o mesmo êxito. Mesmo tido como um exemplo de recuperação, Renton sabe que no fundo ainda é o mesmo de antes.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Drama
Direção: Danny Boyle
Roteiro: John Hodge
Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Kelly Macdonald, Robert Carlyle
Produção: Andrew MacDonald, Bernard Bellew, Christian Colson, Danny Boyle
Fotografia: Anthony Dod Mantle
Montador: Jon Harris (II)
Duração: 117 min.
Ano: 2017
País: Reino Unido
Cor: Colorido
Estreia: 23/03/2017 (Brasil)
Distribuidora: Sony
Estúdio: Cloud Eight Films / Decibel Films / DNA Films / TriStar Pictures
Classificação: 16 anos

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Categoria: Detalhando, Drama, Em Cartaz, Hilda Lopes Pontes, Resenhas de Filmes

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