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[Resenha/Crítica]: Logan – Crítica 2

James Mangold encerrou com maestria a trilogia de um dos mutantes mais importantes dos X-Men, o Wolverine. Se os longas anteriores possuíam tramas mirabolante, sem nexo, com personagens caricatas e forçadas, nesse episódio final, vê-se uma obra madura e elaborada.

No ano de 2029, Logan trabalha numa empresa que parece uma espécie de Uber e protege Xavier (Patrick Stewart), que por conta de sua velhice, já não consegue controlar bem seus poderes. Tudo o que Wolverine deseja é juntar dinheiro para comprar um barco e sair navegando com o Professor X. Seus planos terminam mudando quando ele começa a ajudar uma garota mutante a fugir de seus perseguidores.

A fotografia do filme pode ser considerada um de seus elementos mais potentes. Os tons de âmbar unidos à uma paisagem desértica, dão ao filme uma ambientação de western, um calor sufocante em meio às roupas pesadas do protagonista. A paisagem e as cores reforçam também um ambiente inóspito, decadente, assim como o old Logan.

Aliás, foi uma sacada afiada da produção optar finalizar a trilogia com o old Logan. A fase na qual a personagem tem mais profundidade, mais trajetória, traumas e arrependimentos, um prato cheio para estabelecer uma trama mais densa, pensando não mais em criar fãs, mas em agradar os que já existem.

A construção da relação entre as personagens é realizada de maneira contundente, vê-se bem delineada o crescimento e a importância de cada uma para o desenvolvimento da trama. Não há gratuidade nas reações e nas tomadas de decisão feitas por Logan, há uma coerência no rumo dos acontecimentos.

O único elemento destoante, que parece que saiu de um dos filmes anteriores de Wolverine, é o clone da personagem título do longa. Do nada ele aparece, quase como Deus ex machina ao contrário, para solucionar possíveis furos na história. Há certo realismo interno, um naturalismo que fortalece o drama das personagens, mas que é quebrado com esse clone deslocado.

O fim do longa também parece fora de tom, saindo do deserto e indo para a floresta, paisagem recorrente em filmes dos X-Men. A mudança de cenário, o ritmo que vai se arrastando, um conflito que não groova, fazem do desfecho a parte mais frágil da obra, de qualquer maneira, percebe-se o esmero e o esforço para fazer um bom filme. O nível da franquia elevou e deve ficar na memória do público por muito tempo. O único pesar é que este é o último filme com Hugh Jackman interpretando Wolverine. Com poucas falhas, Logan pode se tornar um marco na história nas adaptações de HQ, deixando somente a tristeza de não terem acertado no tom antes.

Nota do CD:

[Rating:3/5]

Sinopse:No ano de 2029, Logan está cuidando de Xavier, idoso. Logan está cansado e velho, quase sem forças. Logo aparece uma garota que está em grande perigo. Agora ele precisa cuidar de dois e salvar a própria pele.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Ação
Direção: James Mangold
Roteiro: David James Kelly
Elenco: Boyd Holbrook, Dave Davis, Doris Morgado, Elise Neal, Elizabeth Rodriguez, Eriq La Salle, Hugh Jackman, Jaden Francis, Juan Gaspard, Julia Holt, Lauren Gros, Patrick Stewart, Richard E. Grant, Sienna Novikov, Stephen Merchant
Produção: Hutch Parker, Lauren Shuler Donner, Simon Kinberg
Fotografia: John Mathieson
Montador: Dirk Westervelt, Michael McCusker
Trilha Sonora: Marco Beltrami
Duração: 135 min.
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 02/03/2017 (Brasil)
Distribuidora: Fox Film do Brasil
Estúdio: Twentieth Century Fox Animation
Classificação: 16 anos

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Categoria: Ação, Detalhando, Drama, Em Cartaz, Heróis, Hilda Lopes Pontes, Resenhas de Filmes

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