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[Resenha/Crítica]: TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva

Fugindo da fama pra viver melhor.

Tatá Werneck, depois de rápida passagem pelo canal GNT, foi para a MTV Brasil, um lugar em que usava e abusava da improvisação. Começou a conhecer o sucesso de verdade em 2013, ano que foi chamada para fazer a novela Amor à Vida, na Rede Globo. Depois disso não parou mais. Faz uma novela atrás da outra (Amor à Vida, I Love Paraisópolis e Haja Coração), faz programa de auditório (Tudo Pela Audiência), faz série (Vai Que Cola), faz cinema (De Pernas pro Ar 2, Loucas Pra Casar) e ainda encontra tempo pra fazer dublagens de desenho animado, clipes musicais e programetes na internet. Eu cansei de falar, mas ela não. Sua nova graça, TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva funciona como uma grande brincadeira no mundo da fama. É Tatá falando de si, ou de alguém parecido com ela, ou daquela fama que se torna um pé no saco. Mas quem conhece não quer largar. Não é mesmo, Tatá?

Com os roteiristas e diretores de TOC, Paulinho Caruso e Teo Poppovick, tem-se a impressão que eles estudaram sobre a vida de Tatá Werneck, uma das roteiristas do filme e, com devidos ajustes, nasceu o filme. Brincadeiras à parte, sua personagem é uma atriz de grande sucesso, Kika K. Tem um namorado lindo, fútil e aproveitador, com a cara de Bruno Gagliasso (Mato Sem Cachorro), mas com nome de outro astro, Caio Astro (melhor trocadilho não há). Ela é vigiada por sua empresária, Carol, a mulher que gerencia seus compromissos públicos e particulares. É sempre perseguida por um fã maluco, Felipão, que sempre ganha tabefes de Carol, sua fiel escudeira. Sofre com a concorrência de outra atriz, Ingrid Guimarães (Um Namorado Para Minha Mulher) que faz uma atriz chamada Ingrid Guimarães. São atrizes que brigam pelo mesmo papel, com boas cenas de cinismo (seria real? Claro que não). E, além de tudo isso, sofre com alguns transtornos compulsivos, como não conseguir pisar em linhas no chão ou pensar que deixou o fogão ligado. Kika está lançando “1003 Maneiras de Ser Feliz” um livro escrito por alguém que ela não conhece, mas que pretende conhecer com a ajuda de um atendente de uma loja de livros, assim, quem sabe, possa descobrir o segredo da felicidade que tanto busca.

TOC brinca o tempo todo com realidade e ficção. A ficção, dentro da ficção nos sonhos de Kika é de grande apuro visual, com a briga de duas super- heroínas gladiadoras num mundo em pedaços, com ótimos efeitos especiais. O sonho poderia ter sido mais extenso. A escatologia se faz presente em brincadeiras com saco escrotal, vômito (e depois beijo) e o exagero do personagem de Gagliasso que só pensa em sexo, mas são coisas rápidas e pouco incomoda. Vera Holtz mescla entre o drama e o riso involuntário (ou voluntário, como preferir) é uma das ótimas surpresas de TOC. Daniel Furlan tem um dos melhores papéis do filme. Ele chega devagarinho com ótimas tiradas, engraçado e verdadeiro, fazendo ótima química com Tatá Werneck, que perde o amigo, mas não perde a piada. E aqui a maioria das piadas é com ela mesmo. Brinca com sua “falta de beleza” e “não ser boa atriz”. Acredito que ela pode se esforçar mais e sobressair no quesito interpretação, mas é uma ótima presença. Uma brincadeira que funciona é a aparição de Mário Gomes, sumido das produções cinematográficas, ele que já foi galã global e de filmes da década de 70 a 90.

TOC não chega a aprofundar no tema da compulsão obsessiva, aqui é apenas um “pano de fundo” para incrementar o arco da personagem principal, mas tem pelo menos uma ótima cena em que Kika, com “medo do chão” dança nos pés de Vladmir, o atendente da loja. E o filme não tem vergonha em ser politicamente incorreto, que o diga os xingamentos que são bem explorados – não sendo bem vistos pela tradicional família brasileira, então f…-se (brincadeira). TOC poderia ser resumido com uma das músicas de sua trilha sonora, Ouro de Tolo, em que Raul Seixas conta “que deveria estar contente porque tem emprego, teve sucesso como artista, mas que sabe que é um grandessíssimo idiota, humano, ridículo e limitado”, e é isso o que a protagonista sente. No final a vida é igual pra todo mundo. TOC faz rir e faz pensar.

Nota do CD:

[Rating: 3.5/5]

Sinopse:Atriz, comediante, estrela de novelas e de campanhas publicitárias, Kika K. (Tatá Werneck) é uma celebridade idolatrada por milhões de fãs. Por trás das aparências, no entanto, as coisas não andam nada fáceis. Em crise com sua vida pessoal e profissional, Kika precisa lidar com um fã obsessivo (Luis Lobianco), o namorado galã sem noção (Bruno Gagliasso), e os compromissos profissionais marcados pela exigente empresária (Vera Holtz). Tudo isso enquanto tenta controlar seu mais íntimo segredo: ela sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo. Durante a turnê de lançamento de um livro de autoajuda que ela nem mesmo escreveu, Kika recebe a misteriosa visita do verdadeiro autor da obra, que lhe entrega uma mensagem cifrada antes de sumir sem deixar vestígios. Com a ajuda de Vladimir (Daniel Furlan), Kika tentará resolver o enigma que pode colocar um fim à sua crise.

Trailer do Filme:


Ficha Técnica:
Gênero: Comédia
Direção: Paulinho Caruso, Teodoro Poppovic
Roteiro: Paulinho Caruso, Pedro Aguilera, Teodoro Poppovic
Elenco: Bruno Gagliasso, Daniel Furlan, Fabio Marcoff, Laura Neiva, Luciana Paes, Luis Lobianco, Patricya Travassos, Tatá Werneck, Tony Lee, Vando Gildo, Vera Holtz
Produção: Bianca Villar, Fernando Fraiha, Karen Castanho
Fotografia: Pierre de Kerchove
Montador: Marcelo Junqueira
Duração: 105 min.
Ano: 2016
País: Brasil
Cor: Colorido
Estreia: 02/02/2017 (Brasil)
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Biônica Filmes
Classificação: 14 anos

 

 

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Categoria: Comédia, Detalhando, Em Cartaz, Nacional, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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