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[Resenha/Crítica]: Logan

A despedida de Hugh Jackman (será?).

Os heróis mais interessantes são aqueles que têm a humanidade em suas mãos. Eles conseguem chegar mais perto do espectador. Podem ser de outro planeta, mas quando surgem mais fragilizados ou humanizados, todos se derretem. Claro. A humanidade é frágil e logo há identificação. Batman é o mais conhecido dos “quase sem poder” ou, pelo menos, o homem frágil e cheio de conflitos internos e familiares. Batman é quase o herói que precisa de terapia. Como não amar? Já Wolverine é outro que não fica atrás. Ele, um homem de poucas memórias, virou cobaia governamental, possui poder regenerativo da pele, garras retráteis, força sobrenatural e envelhecimento precoce. Wolverine é quase um animal a ser domesticado. Muito agressivo, não mede esforços para atingir seus objetivos. Mas a idade também chega para eles. No filme Logan, estamos no ano de 2029, ele já não é mais aquele mutante cheio de vida e raiva. Existe uma sombra de sobriedade sobre ele que vive uma espécie de aposentadoria, tendo como melhor companhia o bar da esquina. Virou “cuidador” do Professor Xavier, muito mais velho que ele. Mas Logan está cada vez mais fraco, com poder de regeneração quase inexistente. Uma mexicana, com sua pequena filha, precisam de sua ajuda. Logan está fora de ação, não quer se meter em nada que possa lhe tirar do “eixo”. Mas, certas coisas te levam para o meio, não há como fugir.

Em Logan, o Wolverine e sua natureza humana estão mais perto de sua persona repleta de reticências. Uma persona que sempre lutou para não ser o que é. Se aqui temos o lado familiar que grita para todos os rumos – Logan é praticamente um pai para um velho Xavier e para uma garota não muito indefesa – mesmo cansado, beberrão, velho, autoritário e cheio de marras, Logan não se faz de rogado quando é preciso salvar a própria pele ou a de quem ele tem “certa ligação”. Aqui, cabeças vão rolar. Nunca num filme dos Mutantes a violência foi tão explicitada com elenco infantil em grande escala. A pequena coprotagonista Dafne Keen faz Laura, uma garota parecida com Logan, com poderes que ainda estão sendo gerenciados. Ela é uma aprendiz, mas em cena mostra a que veio, são momentos de cair o queixo, literalmente. A garota deve ter dado trabalho para os dublês. Por causa do grande espaço para violência em estado puro (nada estilizado – quase um documento de cenas para revirar o estômago, no bom sentido, se é que existe) e alguns xingamentos mais fortes, a classificação indicativa americana ficou para maior de 18 anos, com razão, é um filme de “herói” com crianças, mas não é um filme pra criança. E Logan mistura várias vertentes de estilos cinematográficos. Tem nuances de western, de drama, de suspense, de road movie e da ação catártica (matança quase sem limite) e tudo isso de forma orgânica e bem estruturada. Nada é de graça. Tudo é intenso.

O ator Hugh Jackman (X-men : Apocalipse) está se despedindo (será?) de seu papel mais famoso no cinema, que ficou por 17 anos e 9 filmes com o personagem Wolverine, fechando um ciclo (será?) que se tornou um dos mais rentáveis e duradouros de Hollywood e com Logan ele finaliza (será?) a franquia com um dos melhores filmes da Marvel, destravando até o coração mais fechado para grandes emoções. E Logan é um poço de emoções. É difícil segurar o arrepio. É quase impossível imaginar outro ator vivendo o personagem. Veremos o que nos espera. Ah, e cadê Hurt, de Johnny Cash, que eu ouvi e vi no trailer do ano passado? Sumiu.

Não se preocupem, não existe cena adicional no final do filme. O final é cru. Seria um bom sinal? Ninguém sabe. Esperemos o que virá a seguir.  Com certeza não é o final no mundo dos mutantes, ainda tem muito fogo pra queimar. E Logan dá caminhos para uma nova roupagem e ideias para a revitalização da série. Foi bom e será bom futuramente. Acreditem. E Hugh Jackman, em tom de despedida (será?), passa o bastão de Wolverine com maestria. Valeu! (será?).

Nota do CD:

[Rating:4/5]

Sinopse:No ano de 2029, Logan está cuidando de Xavier, idoso. Logan está cansado e velho, quase sem forças. Logo aparece uma garota que está em grande perigo. Agora ele precisa cuidar de dois e salvar a própria pele.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Ação
Direção: James Mangold
Roteiro: David James Kelly
Elenco: Boyd Holbrook, Dave Davis, Doris Morgado, Elise Neal, Elizabeth Rodriguez, Eriq La Salle, Hugh Jackman, Jaden Francis, Juan Gaspard, Julia Holt, Lauren Gros, Patrick Stewart, Richard E. Grant, Sienna Novikov, Stephen Merchant
Produção: Hutch Parker, Lauren Shuler Donner, Simon Kinberg
Fotografia: John Mathieson
Montador: Dirk Westervelt, Michael McCusker
Trilha Sonora: Marco Beltrami
Duração: 135 min.
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 02/03/2017 (Brasil)
Distribuidora: Fox Film do Brasil
Estúdio: Twentieth Century Fox Animation
Classificação: 16 anos

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Categoria: Ação, Detalhando, Drama, Em Cartaz, Heróis, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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