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[Resenha/Crítica]: La La Land – Cantando Estações – Crítica 2

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La La Land não é um musical, é uma declaração de amor à boa música.

O que é boa música? Jazz ou axé? Eletrônica ou samba? Blues ou funk? Rock ou sertanejo? Lírica ou popular? A resposta é simples. Não existe melhor música ou melhor estilo de música. Existe o repertório que mais se adequa à pessoa e isso depende de fatores sociais e psicológicos. Eu amo um estilo e odeio outro, já você pode odiar uma música que eu amo e amar outra que detesto. Assim caminha a humanidade. O filme La La Land – Cantando Estações mostra o amor de um homem pela música, ou melhor, pelo jazz. Pra ele, o jazz vibra de forma diferente, está a um patamar acima das outras músicas. Faz vivê-lo melhor. É um amor individual. Ele tá certo. Ou pode estar errado para tantas outras pessoas. Não importa. O que importa é a relação dele com o jazz. E você também pode sentir o mesmo amor por música, por filme, por livro…

lala3Em poucas palavras, eis o roteiro de La La Land: Músico encontra mulher que sonha em ser atriz. Os dois se amam. Os dois querem construir carreiras. Os dois caminham com a arte. É só isso. E o que faz esse filme ser tão bom e ser tão cativante com tão pouco? A direção brilhante de Damien Chazelle. Ele está apenas no seu terceiro filme e é nítido como tem domínio perfeito da situação. Damien é um apaixonado pela música. Em Whiplash – Em Busca da Perfeição – vimos um baterista que fez de tudo para ser o melhor, com um maestro “carrasco”. Tudo no filme beirava a perfeição e tínhamos a presença de J.K. Simmons como nunca vimos. Já em La La Land a coisa é mais agridoce. Doce como uma bela canção e amargo como a vida real pode ser. Aqui, estamos embalados no romance, mas a música continua sendo a estrela principal, tanto que, na primeira cena, já causa alvoroço com o virtuosismo a que somos apresentados. Num engarrafamento, pessoas saem de seus carros e começam a cantar e a dançar. Aquilo cresce. Aquilo contagia. Que plano-sequência foi aquele?  O filme pode se tornar uma grande homenagem aos tempos áureos do cinema musical de Hollywood, mas não se enganem, “La La Land não é um musical”. No musical, a sequência em que pessoas cantam e dançam predomina na história, o que não é o caso de La La Land. Isso poderá desapontar os amantes por musicais e fará a alegria dos detratores desse estilo. Funciona como um “quase musical” ou um filme em que “pessoas dançam e cantam”. Mas esses números são os mais lindos já vistos. Eles nos prendem pela simplicidade da coreografia e pela pouca voz ouvida, mas com muita emoção envolvida e vontade de “quero mais”. É como se em casa começássemos a dançar e a voar num lindo acorde, que nos transporta para um mundo encantado. Isso dá muito certo em La La Land. A gente acredita no que está vendo. Mas a vida real é mais tensa e nada fácil. Por isso, o floreio musical tem a sua dureza de alma, mas que encanta enquanto sonhamos com aquele momento. La La Land é um filme vibrante, feito com amor e para o amor, mesmo não sendo musical. Que venham mais “musicais”, como La La Land.

Os protagonistas Ryan Gosling (Dois Caras Legais) e Emma Stone (Homem Irracional) estão perfeitos no papel. Ela sonhadora, mas com um pezinho no chão (ou no ar), contida e carismática. Ele, determinado. Acredita em um mundo melhor com a boa música, mesmo que precise abdicar de outros amores. É incrível como ele muda o tom de interpretação várias vezes no filme, ora singelo e sereno, ora o oposto, com pitadas de sarcasmo. Ryan Gosling saiu ganhando nessa.

Damien Chazelle, o dono de La La Land, é um jovem diretor que acabou de passar pelos 30 anos, está apenas começando e já tem essa bagagem toda. Parece um diretor “velho de estrada”. Ele sabe o que quer mostrar. Ele inova sem ser chato. Ele encanta sem ser “delicadinho”. Ele agrada público e crítica, com a mesma intensidade, com roteiros simples, mas nada simplórios. Imagina quando tiver com 50, 60, 70 anos… Já que em seus filmes a determinação é personagem constante, acreditemos que Damien seja um dos maiores realizadores que possa ter aparecido na arte do cinema. Que os deuses do cinema nos ouçam!

Nota do CD:

[Rating: 4.5/5]

Sinopse:Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz, serve cafés para estrelas de cinema entre audições enquanto Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz, ganha a vida tocando em festas e bares. Quando suas carreiras finalmente começam a ascender, eles precisam tomar decisões que podem ameaçar seu relacionamento.

TRAILER:

FICHA TÉCNICA:
Título no Brasil: La La Land – Cantando Estações
Título Original: La La Land
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Comédia / Drama / Musical
País de Origem: EUA
Duração: 128 minutos
Direção: Damien Chazelle
Estreia no Brasil: 19/01/2017
Estúdio/Distribuição: Paris Filmes
Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, J.K. Simmons, Callie Hernandez, Jessica Rothe, Sonoya Mizuno, Rosemarie DeWitt, Finn Wittrock e John Legend.

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Categoria: Comédia, Detalhando, Drama, Em Cartaz, Musical, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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