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Sully – O Herói do Rio Hudson

Baseado em fatos reais, Sully – O Herói do Rio Hudson, teve o seu lançamento adiado, em solos brasileiros, por conta da tragédia ocorrida com o avião da LaMia, que transportava 77 passageiros, entre eles jogadores, dirigentes e jornalistas, que viajavam para a realização da primeira partida da final da Copa Sul-americana 2016. Com apenas 6 sobreviventes e 71 mortes, conferir uma produção, cujo os fatos se desenrolam após um acidente aéreo, é de fato uma experiência diferente e as comparações são inevitáveis, porém, neste caso, não houve uma tragédia propriamente dita e nem a morte de nenhuma das 155 pessoas que estavam a bordo do Voo US Airways 1549. Muito desse milagre se deve ao piloto Chesley Sully Sullenberg, que ganha aqui mais do um filme inspirado em sua história, mas sim uma merecida homenagem pela coragem e percepção de que, ao contrário das diversas orientações, sua única chance diante da situação seria pousar o avião em um dos maiores rios do Estados Unidos.

É inegável a qualidade de Sully – O Herói do Rio Hudson, principalmente pela simplicidade com que todos os assuntos são abordados e a coerência em sua execução, porém falta ao filme momentos de impacto realmente marcantes. Um grande exemplo disto é cena do choque com a água e do resgaste, que, apesar de muito bem dirigida e montada, não consegue causar qualquer tipo de sentimento diferente ao espectador, que já tem a total ciência de que, mesmo com toda toda a agonia dos envolvidos na operação, tudo acabará da melhor maneira possível. A cena até ganha relevância pela habilidade de seu diretor de em pequenos atos gerar importância para alguns passageiros, mas nada que cause ansiedade ou receio por eles, uma vez que suas vidas serão, com certeza, salvas. Além disso, apesar do roteiro focar diretamente nas investigações do acidente e colocar no ar a possibilidade do ato heroico ter sido a pior das alternativas que o piloto dispunha no momento crítico, em nenhum instante o público desconfia do protagonista, principalmente pelo diretor criar o conflito, mas nunca colocar em dúvida a moral de Chesley Sully Sullenberg, que se mantém um homem implacável e ciente de seus atos.

Clint Eastwood se esforça para fazer de Sully – O Herói do Rio Hudson um filme incrível e tenta a todo custo retirar proveito de seu, limitado, roteiro. A obra já possui uma duração bastante curta e ainda assim visita por três vezes um mesmo momento. Lógico que cada vez com um foco diferente, seja nos passageiros ou seja na cabine de comando, por exemplo, mas ainda assim percebe-se que são poucos os caminhos que ela pode tomar e pouca a possibilidade de expansão da trama. Uma decisão importante do diretor é a de humanizar a todo momento seu protagonista e o enaltecer, não somente pela competência no complicado pouso na água, mas sim por ter conseguido manter a salvo todas as vidas que dependiam de suas habilidades. Outra prova que torna este um filme elegante e acima da média é a sua cena final, que é sensacional e, no mínimo, inesperada.

A obra ainda conta com boas atuações de Tom Hanks e Aaron Eckhart. Hanks pela segurança que transmite e pelo carisma que lhe ressalta aos olhos do público desde o primeiro momento e Eckhart por saber aproveitar todos os seus momentos, dando importância a presença do copiloto na história, que esteve inabalável ao lado de seu comandante. É triste e impossível não pensar que se houvesse um Comandante Sullenberg ou alguém próximo dele, o mundo não precisaria estar lamentando a morte de tantas pessoas hoje. Lógico que a investigação ainda deve ter mais aprofundamento e detalhes, mas sabe-se que a morte das pessoas foram causadas por uma pane elétrica proveniente da falta de combustível e que o plano de voo não tinha uma autonomia suficiente para resistir a imprevistos que afetassem o tempo de viagem. Comenta-se, também,  que, para evitar um atraso de uma hora, não houve uma pausa no meio do trajeto para reabastecer. Se o filme fosse feito depois disso, poderia se dizer que dois momentos são como uma resposta a este evento, pois em Sully – O Herói do Rio Hudson há um diálogo em que se diz que o voo dispunha de combustível para a realização de 12 viagens idênticas a que deveria realizar e o piloto carrega em sua carteira uma mensagem pessoal que dizia: Um atraso é melhor do que um desastre.

Nota do CD:
[rating: 3.5/5]

Sinopse: O Capitão Chesley “Sully” Sullenberger (Tom Hanks) virou herói americano após salvar a vida dos 155 passageiros do voo US Airways 1549 com um pouso de emergência no rio Hudson. Entretanto, isso não o impediu de ter a carreira investigada por ter colocado a vida daquelas pessoas em risco. Será que era preciso fazer um pouso tão arriscado? Sully pode ter feito a escolha errada? Isso é o que a comissão especial vai apurar.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Drama
Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Chesley Sullenberger, Jeffrey Zaslow, Todd Komarnicki
Elenco: Aaron Eckhart, Anna Gunn, Ashley Austin Morris, Autumn Reeser, Brett Rice, Carla Shinall, Chris Bauer, Doris McCarthy, Gary Weeks, Holt McCallany, Jeff Kober, Jerry Ferrara, Laura Linney, Lynn Marocola, Max Adler, Robert Pralgo, Sam Huntington, Tom Hanks, Tracee Chimo, Valerie Mahaffey, Wilbur Fitzgerald
Produção: Bruce Berman, Clint Eastwood, Gary Goetzman, Robert Lorenz, Tom Hanks
Fotografia: Tom Stern
Montador: Blu Murray
Duração: 93 min.
Ano: 2016
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 15/12/2016 (Brasil)
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: BBC Films / FilmNation Entertainment / Flashlight Films / Malpaso Productions / RatPac Entertainment / Village Roadshow Pictures / Warner Bros. Pictures
Classificação: 10 anos

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Categoria: Drama, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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Comentários (1)

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  1. Olivia Cruz disse:

    Este filme é um dos melhores do gênero de drama que estreou o ano passado.Os filmes de Clint Eastwood são cheios do seu estilo, e logo se pode identificar quem esta responsável pela produção. Quando vi Sully automaticamente vi os detalhes que o caracterizaram. Sem dúvida a veria novamente.

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