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[Resenha/Crítica]: Rogue One: Uma História Star Wars (Sem Spoilers)

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Não se tem dúvida de que os fãs ficaram animados, mas ao mesmo tempos receosos, quando a Disney anunciou que fariam mais filmes dentro do universo Star Wars. No ano passado fora constatado o primeiro acerto do estúdio com O Despertar da Força, que faz uma espécie de releitura do primeiro filme, lançado em 1977, e apresenta novos e, extremamente carismáticos, personagens. Em 2016, o desafio do estúdio seria maior ainda, pois fora anunciado que seria feito um filme com foco integral na Aliança Rebelde e que este deveria preencher a lacuna existente entre os episódios III (A Vingança dos Sith) e IV (Uma Nova Esperança). Os fãs receberam esta notícia com mais receio do que o normal, pois qualquer pessoa que conheça o mínimo a respeito da franquia sabe que essa parte da história trata de uma tentativa dos roubos dos planos da Estrela da Morte, arma letal do Império Galáctico, capaz de destruir planetas inteiros e sabe, também, o resultado final desta missão. O que não se sabe, e que é muito bem explorado na produção, é como se desenrolou este momento, como foram formadas as alianças, definidas as pessoas e o que o destino lhes reservou, sendo neste enfoque o maior acerto, do spin-off, Rogue One: Uma História Star Wars, que em poucas palavras é mais uma bela produção no universo, criado por George Lucas, no começo dos anos setenta.

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O começo do filme assusta um pouco, por mais que se saiba estar assistindo a um filme da franquia Star Wars, Rogue One possui uma proposta diferente e o diretor, Gareth Edwards (Godzilla), faz questão de dizer isso ao público, quando não insere o famoso Opening Crawl, presente em todos os outros sete filmes. O primeiro ato, também, sofre com alguns problemas de ritmo, com muitos novos personagens sendo apresentados, através de cortes espaçados,  flashbacks e cenas, de certa formas desnecessárias e de menor impacto, mas que no futuro, até ganham, maior peso para o desfecho proposto pela produção. O ponto positivo deste momento é que se o espectador for completamente leigo sobre o assunto, ele será capaz de entender o que se passa e, ao mesmo tempo, os que conhecem o universo não se sentirão desrespeitados. Uma montagem diferente aqui ou a inclusão de cenas para causar mais aproximação entre o público e sua protagonista seria fundamental para um melhor aproveitamento do todo. Aliás, este é o ponto crítico do episódio, que trata seus personagens com alguma importância, mas não consegue fazer deles seres amados e idolatrados pelo público, o que faria toda a diferença.

Apesar de seus problemas, algo que existiu em todos os filmes da franquia, novamente apresentam-se qualidades capazes de superá-los, pois aos poucos a produção vai tomando o rumo, se organizando, dando mais vida aos personagens, auferindo a cada um deles sua devida importância na missão, o que transforma a batalha final em um dos melhores momentos de todos os oito filmes que foram lançados no cinema. O sentimento, neste momento, é que nem o fã mais conhecedor do universo se lembra do que irá acontecer e começa a vibrar ansiosamente com cada passo que o grupo de rebeldes consegue executar da tarefa. É estranho, mas não se sente a falta dos Jedis, sendo toda sua aura incorruptível deixada de lado, para que ganhem força heróis que, sujarão as mãos, caso seja necessário. E todas as cenas ganham impacto como se fossem um filme de guerra ao melhor estilo, por exemplo, de O Resgate do Soldado Ryan, com combatentes se matando em uma praia e muitas mortes. Méritos da direção de Gareth Edwards  que aplica cortes rápidos, cenas intercaladas, mas mantém toda a ação impecável e coerente aos olhos do espectador. O tom em Rogue One: Uma História Star Wars é mais adulto, não se vê sangue, não há exageros que alterem diretamente a classificação indicativa do longa, mas não se pode negar esse fato.

Certo? Errado?…Diferente…E quem disse que não pode arriscar? Aliás, Rogue One: Uma História Star Wars, merece parabéns por sua audácia e por ter tido a coragem de fazer exatamente aquilo que não se fez em O Despertar da Força: Apresentar coisas realmente novas. Novos planetas, Novas naves e muita ação. O trabalho técnico do filme também é impecável. A fotografia é belíssima, as cenas em Scarif renderão posters icônicos. A direção de arte é perfeita, pois, por mais que seja tudo diferente, o público se sente dentro da galáxia muito, muito distante, que tanto admira. As armas, armaduras e naves, ao contrário do visto na trilogia clássica, por exemplo, ainda não demonstram o desgaste da guerra e por isso são deslumbrantes. A maquiagem, cabelo e figurino também ressaltam aos olhos do públicos, o que é o visual de Saw Gerrera? A trilha sonora, sente a falta do mestre John Williams (A Lista de Schindler), não apresenta nenhuma música marcante ao ponto de se eternizar e nem o classicismo do compositor, mas ainda assim Michael Giacchino (Zootopia – Essa Cidade é o Bicho), cumpre seu papel, sendo, também, diferente e não se atendo a reprisar o trabalho apresentado anteriormente, jogando em cena novas releituras das composições já conhecidas pelo público. Os efeitos especiais merecem ser lembrados, são incríveis, apesar de ainda não serem capazes de reviver um ator morto, como tentaram fazer com Peter Cushing, que faleceu em 1994. É louvável o que fizeram, uma vez que seu personagem, Grand Moff Tarkin, é fundamental para o elo com o Uma Nova Esperança, mas terminou destoando, porém nada que empobreça o maravilhoso aspecto técnico do filme, que utiliza-se muito bem, tanto dos efeitos práticos, como os computadorizados.

Felicity Jones (Loucamente Apaixonados), entrega uma boa atuação, mas sofre com o fraco desenvolvimento de sua personagem.  Logo Jyn Erso, que deveria ser o elo de ligação entre os rebeldes e a conexão capaz de fazê-los unir as forças, é a figura menos interessante de toda a produção. Cassian Endor é um personagem melhor explorado e conta com uma interpretação de Diego Luna (Herança de Sangue). Forest Whitaker (A Chegada) dispõe de pouco tempo de cena, mas é um dos melhores, transmitindo ao público toda paranoia, que uma pessoa imersa no ambiente de guerra deve sentir. Riz Ahmed (The Night Of), é outro pouco aproveitado, mas ganha seus momentos no final para demonstrar seu talento. Mads Mikkelsen (Doutor Estranho), aparece pouco, mas convence o público, que nunca deixa de acreditar nos princípios de seu personagem e Ben Mendelsohn (Reino Animal) brilha como o antagonista do filme, sendo meticuloso e engenhoso, mas os destaques de todo o grupo são mesmo Chirrut Îmwe, brilhantemente interpretado por Donnie Yen (O Grande Mestre) K-2SO, o novo droide, que não é engraçado como os já conhecidos da franquia, mas que é dotado de uma sinceridade capaz de roubar cenas e, sim, promover risos a platéia. A verdade é que não são personagens carismáticos como Finn, Rey, Han Solo, Luke, Leia e alguns outros, mas possuem sua importância e relevância para mostrar, que para algumas pessoas brilharem, outras precisam cometer algum ato de heroísmo.

O Fan Service também não decepciona e os conhecedores do universo irão se deliciar com a imensa quantidade de Easter Eggs escondidos no filme, com destaque para Darth Vader, que fez todos do cinema se empolgarem em um dos seus poucos momentos em projeção. Incrível como meros minutos foram capazes de colocar o Lord Sith em seu devido lugar, justificando todo o medo que causou nas pessoas e comprovando que ele, de longe, é o antagonista mais relevante da história do cinema. As surpresas também ressaltam aos olhos vibrantes do público. Esses e tantos outros positivos, permitem dizer que Rogue One: Uma História Star Wars,  consegue, sim, superar muitas expectativas e terá seu espaço dentro do coração da enorme legião de fãs que a franquia possui.

Nota do CD:
[rating: 4/5]

Sinopse: Rogue One: Uma História Star Wars, o primeiro filme derivado de Star Wars, é uma grande aventura épica. Com a galáxia em guerra entre a Aliança Rebelde e o terrível Império Galáctico, heróis improváveis se reúnem em uma jornada para roubar os planos da Estrela da Morte, a arma de destruição definitiva do Império.

Trailer do Filme:

Ficha técnica:
Gênero: Aventura
Direção: Gareth Edwards
Roteiro: Chris Weitz, John Knoll
Elenco: Alan Tudyk, Anthony Toste, Attila G. Kerekes, Ben Mendelsohn, Diego Luna, Donnie Yen, Felicity Jones, Forest Whitaker, James Earl Jones, James Henri-Thomas, Jimmy Smits, Jonathan Aris, Leigh Holland, Mads Mikkelsen, Mark Preston, Riz Ahmed, Sam Hanover, Yi-wen Jiang
Produção: Allison Shearmur, Kathleen Kennedy, Simon Emanuel
Fotografia: Greig Fraser
Montador: Colin Goudie, Jabez Olssen, John Gilroy
Trilha Sonora: Michael Giacchino
Duração: 133 min.
Ano: 2016
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 15/12/2016 (Brasil)
Distribuidora: Disney
Estúdio: Allison Shearmur Productions / Lucasfilm Ltd / Walt Disney Studios Motion Pictures USA
Classificação: 12 anos

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Categoria: Detalhando, Em Cartaz, Ficção, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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