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[Resenha/Crítica]: Rogue One: Uma História Star Wars – Crítica 2

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As produções de Star Wars sempre geram grande expectativa pela qualidade e enredo, em Rogue One: Uma História Star Wars a história não foi diferente. Desta vez o universo Star Wars se mostra diferente, não contamos com os grandes Jedis e outros personagens conhecidos do público, exceto pelo glorioso Darth Vader e por uma surpresinha no final do filme.

Rogue One segue o mesmo padrão da franquia, variados seres que se relacionam, as ideologias de bem contra mal entre outros aspectos visuais que interligam os filmes.

A história é ambientada um pouco antes dos acontecimentos do episódio 4. A ideia é passar como os planos da Estrela da Morte foram roubados por Rogue One, que é mostrado no detalhe do famoso letreiro no início do filme Uma nova Esperança, até agora nenhum episódio tinha contado a história desses rebeldes.

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Assemelha-se a um filme de guerra, com muitas cenas de ação entre os rebeldes e o Império. Rogue One traz um clima pesado, uma realidade de pessoas “normais” da saga, mesmo que sem aparecer os Jedis e a Força são citados em alguns momentos.

É válido mencionar a qualidade de efeitos visuais, maquiagem e figurino, aproximando a trama da realidade.

A produção também traz momentos importantes onde a ameaça do Império é cada vez maior, perto de lançar sua arma mais poderosa, a grandiosa Estrela da Morte. O roteiro além de mostrar histórias novas traz algumas já conhecidas, esmiuçando em detalhes pequenos. Uma delas se desenvolve dentro da própria Estrela da Morte, onde é possível enxergar uma disputa de poderes dentro do Império. No decorrer da história temos a oportunidade de conhecer personagens como o diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que é mostrado como o antagonista do filme, um homem frio e ardiloso, vemos também mais uma história familiar entre Galen e Jyn Erso (Mads Mikkelsen e Felicity Jones). Conhecemos também personagens que dão um ar cômico ao filme como o  robô K-2SO, um robô imperial reprogramado (como ele mesmo se apresenta),sempre debochado e o representante das crenças religiosas da Força, Chirrut Imwe (Donnie Yen), a trama mostra também o extremista rebelde Saw Gerrera (Forest Whitaker).

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Nessa franquia é possível ver a tendência da LucasFilm em por personagens femininos mostrando força e conduzindo a trama.

Apesar da trilha sonora não ter sido feita por John Williams, o mesmo está criando trilhas para mais dois episódios da franquia, Michael Giacchino desenvolve de forma perfeita a parte responsável por dar aquele clima galáctico especial.

Rogue One: Uma História Star Wars é uma produção impecável que merece ser vista nas férias.

 

Nota do CD:
[Rating: 5/5]

Sinopse:
No primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Direção: Gareth Edwards
Roteiro: Chris Weitz , Tony Gilroy e Gary Whitta

Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Mads Mikkelsen, Forest Whitaker, Donnie Yen e Jiang Wen

Produção: Kathleen Kennedy

Trilha Sonora: Michael Giacchino

Duração: 133 min.

Categoria: Ação, Aventura, Brasil, Busca, Detalhando, Em Cartaz, Estreias da Semana, Ficção, Guerra, Luis Filipi Amorim, Resenhas de Filmes

Sobre o autor ()

Sou um designer gráfico, pesquisador interessado em design antropológico, histórico e ligações do cinema com o ensino. Amante de séries e filmes. Aqui no site busco fazer uma análise mais técnica da linguagem visual e divulgação de novas formas para o uso do cinema, como o social e educacional.

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