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[Resenha/Crítica]: Doutor Estranho

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Dr. Estranho” entra em cartaz com a missão de apresentar o mundo místico e ainda não explorado, devidamente, pela Marvel. Por se tratar de uma obra de origem, o longa despende muito tempo introduzindo os personagens e os desenvolvendo no universo em que estão inseridos, porém, ainda assim, sem nenhum alarde, em seus cinco primeiros minutos de projeção, já lança à tona o teor mágico e encantador que os fatos irão se desenrolar pelas, quase, duas horas de projeção.

Nesse ambiente está presente a figura do Doutor Stephen Strange, um exímio profissional, que considera sua reputação como prioridade de sua existência, chegando, até mesmo, a recusar pacientes, que considerava incuráveis e agindo com soberba e ar de superioridade. Sua arrogância é tanta, que ele se envolve em um acidente por dirigir em alta velocidade, enquanto debatia sobre procedimentos médicos.

A consequência do acidente foi a perda dos movimentos das mãos, o que para um médico cirurgião significa o fim da carreira. Persistente, ele investe todo o seu dinheiro em diversos procedimentos, que não apresentam grandes evoluções. Tudo muda, quando ele acaba sabendo que uma pessoa, com problemas similares, conseguiu reverter o quadro através de um tratamento não convencional realizado em Catmandu, no Nepal, e decide dar a sua última cartada indo para lá.

Por mais que seja ambientada num mundo inexistente é com muita tranquilidade que o espectador aceita o que é apresentado em “Dr. Estranho”. As dúvidas quanto ao que está sendo demonstrado são tiradas através dos conflitos internos do próprio protagonista e com, muita naturalidade, o mundo da magia é expandido pelo roteiro. Além disso, os efeitos especiais são hipnotizantes e auxiliam no processo de aceitação do que está sendo mostrado. A direção sonora, também favorece no impacto causado pelos efeitos e enriquecem a experiência de quem assiste. A fotografia promove cena lindas e marcantes e, sem dúvidas, um dos momentos mais bonitos que já pode-se ver nas adaptações da Marvel.

Benedict Cumberbatch (Álbum de Família, 12 Anos de Escravidão) está muito confortável no papel do mago, sendo capaz de transmitir ao espectador a sensação de que ele já o conhece a muito mais tempo do que o apresentado. Seu trabalho ratifica as ações do personagem, levando a ser crível, que um médico seja capaz de comprar a ideia de adentrar em um mundo sobrenatural para resolver uma questão pessoal. A Anciã, muito bem interpretada por Tilda Swinton (Amantes Passageiros, Precisamos Falar Sobre o Kevin) rouba para si diversos momentos, tornando sua personagem carismática, ao mesmo tempo que estranha e divertida. Mads Mikkelsen (A Caça, 007 – Cassino Royale) consegue impor a carga necessária para fazer com que o vilão Kaecilius, mesmo com pouco tempo investido em seu desenvolvimento, apresente e torne entendível suas motivações e que, este, não passa de mais um peão de manobra para algo maior, que iminentemente irá emergir.

Somado a todas essas qualidades, ainda há a presença do que pode-se considerar o “padrão Marvel”, com tiradas de humor inseridas em momentos certos e, surpreendentemente, no desfecho da ameaça final. “Dr. Estranho” é uma das melhores estreias do estúdio, sendo coeso, competente e divertido. O ritmo nunca diminui e o tempo de projeção passa rápido. Enquanto a concorrência patina, a Marvel alça voos sempre mais altos.

Obs.: Não deixem de conferir as duas cenas pós créditos

Nota do CD:
[Rating: 4/5]

Sinopse: Doutor Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) é um bem sucedido e arrogante cirurgião de Nova York, que entra em desespero depois de sua carreira ser destruída por um acidente de carro que destrói suas mãos. Quando esgota seu dinheiro e opções, decide viajar ao Nepal em busca de uma cura espiritual, mas o que encontra abre sua mente de maneiras nunca imaginadas e o colocam no caminho para tornar o Mago Supremo da Marvel.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Ação
Direção: Scott Derrickson
Roteiro: Jon Spaihts, Joshua Oppenheimer, Thomas Dean Donnelly
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Mads Mikkelsen, Rachel McAdams, Tilda Swinton
Produção: Kevin Feige
Fotografia: Wyatt Smith
Trilha Sonora: Christopher Young
Duração: 115 min.
Ano: 2016
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 03/11/2016 (Brasil)
Distribuidora: Walt Disney Pictures
Estúdio: Marvel Studios
Classificação: 12 anos

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Categoria: Detalhando, Em Cartaz, Heróis, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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