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Christine

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A produção Christine ganhou os holofotes após o lançamento de seu trailer e gerou, em praticamente todo o mundo, um determinado alvoroço em cima de sua trama, que é baseada em fatos reais. Além disso, as críticas positivas perante a performance de Rebecca Hall (Atração Perigosa,Transcendence: A Revolução) aumentaram ainda mais as expectativas em torno da produção, ao ponto que quando soube de sua presença no Festival do Rio não titubeei em inseri-lo na minha programação. Ao término da sessão a frustração foi mais forte do que qualquer impacto que o longa pretendia proporcionar, mas é inegável que são muito justos os elogios inerentes ao trabalho da atriz principal da obra, que recria com maestria a jornalista. Após a conferência da obra, busquei alguns vídeos na internet, inclusive o da cena chave, que não consegui encontrar, o que só fez crescer a minha avaliação de seu trabalho, notando similaridades importantes, nas expressões, ou na falta delas, e na postura ao andar e também no jeito de se sentar.

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Apesar de querer manter um certo mistério em torno da trama na introdução, não há motivos para esconder o que vem pela frente, pois exatamente por se tratar de uma jornalista que cometeu suicídio ao vivo, que Christine está obtendo a atenção do público, que com certeza, lotará as salas de cinema. O longa ainda tenta emular um crítica social referente ao esforço dela em crescer profissionalmente e também quanto as pressões para que a mulher da época tivesse, uma certa obrigação, de constituir uma família, cuidar da casa e procriar. É com esse intuito que vamos acompanhando as decepções pouco a pouco, sejam com convites para jantares frustrantes, ideias de matérias não aprovadas em prol de outras desinteressantes e pouco informativas ou problemas relacionadas a convivência com a mãe.

Todos sabem qual é o final da história e qual será o destino de Christine. Exatamente por isso que a obra precisa criar uma atmosfera de tensão capaz de impactar o espectador em seu desfecho, porém, por falhar neste quesito chave, que considero o longa decepcionante. Não enxergo que a cena em si seja mal dirigida, inclusive, entendo que esteja muito realista, porém a sequência de fatos apresentados não dão a entender que a jornalista esteja tão arrasada emocionalmente ao ponto de cometer tal loucura. A grande verdade é que os comportamentos apresentados não conseguem justificar algo desta magnitude, apesar de entendermos os motivos aos quais a faz sofrer.

O filme ainda peca na ambientação, descuidada e muito simples. A montagem também não empolga, com cenas desconexas e com grandes espaçamentos para as resoluções. A fotografia não consegue criar um padrão e nunca chegamos a entender, por exemplo, a distribuição espacial do estúdio, algo que poderia fazer muita diferença na cena do suicídio. A sorte da película, para que ela se mantenha mediana, é que nem mesmo a fraca maquiagem, que deixou a protagonista parecendo a Wandinha Addams, conseguiu ofuscar a poderosa atuação de Rebecca Hall, que se esforça para tirar leite de pedra e tentar convencer o espectador de algo, que nem os roteiristas conseguiram.

Acredito que faltou à produção mais coragem para arriscar. Por que não matar a protagonista mais cedo e mostrar as consequências dessa atitude? Ou até mesmo apresentar a cena logo no primeiro momento e reorganizar os fatos de maneira diferente? A sensação que ficou, para mim, foi a de que quiseram manter um mistério no ar e esqueceram de contar a trama da melhor maneira possível, querendo prender a mente de um espectador, que busca algo que pode ser apresentado em meros 3 minutos. Também, volto ao debate quanto as expectativas e as minhas com Christine eram bem grandes. Vai dividir opiniões;

Nota do CD:
[rating: 2.5/5]

Sinopse: No ano de 1974, Christine Chubbuck (Rebecca Hall), ambiciosa e talentosa repórter de uma emissora local de televisão, entra em crise por frustrações profissionais e amorosas e toma uma decisão que os telespectadores em Sarasota, Flórida, jamais esquecerão. Baseado em fatos reais.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Direção: Antonio Campos
Produção: Craig Shilowich, Melody C. Roscher
Roteiro: Craig Shilowich
Elenco: Rebecca Hall, Michael C. Hall, Tracy Letts, Maria Dizzia, J. Smith-Cameron, John Cullum, Timothy Simons
Musica: Danny Bensi, Saunder Jurriaaans
Fotografia: Joe Anderson
Montagem: Sofia Subercaseaux
Produtoras: Great Point Media, BorderLine Films, Fresh Jade, The Wonder Club
Distribuição: The Orchard
Duração: 115 minutes

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Categoria: Drama, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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