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[Resenha/Crítica]: O Lar das Crianças Peculiares

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Tim Burton (Sombras da Noite, Alice no País das Maravilhas) não é mais o mesmo e é, exatamente, por isso que O Lar das Crianças Peculiares termina surpreendendo positivamente. Não que estejamos falando de um filme incrível, mas podemos considerá-lo, pelo menos acima da média, ainda mais quando as expectativas são as menores possíveis. A obra é baseada no livro O Orfanato da Sra. Peregrine para Crianças Peculiares, de Ransom Riggs, e, sinceramente, não haveria cineasta melhor para adaptá-la. É um daqueles casos que assistimos e pensamos: “Sim, este é um filme para o Tim Burton, com a cara do Tim Burton e espero que ele não estrague tudo”. Ao final, temos a certeza de que nos divertimos e que ele não estragou tudo, mas que poderíamos ter nos divertido mais.

Em O Lar das Crianças Peculiares, seguimos a história de Jake, um garoto com dificuldades sociais, que após presenciar o assassinato de seu avô, resolve investigar sobre as histórias que ele te contava quando mais novo. Nessa aventura, ele parte com o pai para o País de Gales, onde descobre ter poderes especiais e que esse outro mundo está em risco, com peculiares assumindo o lado do mal e perseguindo os outros em busca da imortalidade.  Nesse momento, o que poderia ser uma mera viagem familiar, acaba se tornando numa jornada heroica e repleta de aventuras, que apesar de soar extremamente clichê, apresenta diferenças e decisões interessantes.

O Lar das Crianças Peculiares não tem pressa em apresentar os personagens e suas peculiaridades e isso é uma virtude interessante, mas não chega a ser um ponto positivo, pois a sensação que fica é a de que perderam a mão e gastaram mais tempo do que deveriam no processo de construção do universo e tiveram que correr contra o tempo no desfecho. O primeiro ato é bastante cansativo, sonolento e poderia ter sido reduzido e mais dinâmico. O segundo momento já considero corrido demais, com algumas soluções explicadas de forma muito rápida, apesar de não impossível de se entender e com um fraco desenvolvimento da relação amorosa do protagonistas, que não empolga e não emplaca.

Apesar disso, O Lar das Crianças Peculiares, chama a atenção justamente pela sua originalidade. Todos os personagens são interessantes e possuem poderes especiais divertidos e originais, sendo nesse aspecto que Burton brilha na direção, cortando os exageros apresentados em seus últimos trabalhos, e entendendo que o visual é importante, mas não tudo para o sucesso da produção. Em alguns momentos o diretor opta pelo simples e acerta em cheio nessa decisão. Asa Butterfield (Ender’s Game – O Jogo do Exterminador,  A Invenção de Hugo Cabret) não chega a empolga como o protagonista, mas também não decepciona, Eva Green (007 ‑ Cassino Royale, 300 – A Ascensão do Império) poderia ser mais utilizada, sua personagem tinha potencial para muito mais e todos sabemos do talento da atriz. Samuel L. Jackson (Django Livre, Corpo Fechado) que parece ter se perdido um pouco no trabalho e esquecido que não estava mais atuando em Os Oito Odiados. Ele trouxe toda a canastrice de seu personagem no filme de Quentin Tarantino e saiu muito do tom da produção.

Há futuro e sim O Lar das Crianças Peculiares pode ser uma franquia bastante interessante. Agora sem ser necessário apresentar o universo, desenvolver personagens e explicar como funcionam as viagens pelas fendas, sobrará tempo para a história propriamente dita. Vou correr contra a maré e querer acreditar que uma continuação será ainda melhor.

Nota do CD:
[Rating: 3/5]

Sinopse: Graças as histórias fantásticas contadas pelo seu avô, Jacob resolve viajar até uma ilha misteriosa onde fica localizado um orfanato que abrigaria crianças com poderes especiais, ou melhor, peculiaridades. Lá ele descobre que pode ser mais parecido com elas do que ele imagina. Comandado pela Srta. Peregrine, o local foi alvo de um ataque durante a Segunda Guerra Mundial, mas graças a uma “fenda” criada por ela, seus moradores vivem em um eterno looping, que faz com que o mesmo dia se repita todos os dias e termine antes do míssel atingir o casarão. Isso faz também com que os peculiares nunca envelheçam. Entretanto, uma ameaça vinda de dissidentes deve acabar com a paz e a segurança de lá.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Fantasia
Direção: Tim Burton
Roteiro: Jane Goldman
Elenco: Aiden Flowers, Allison Janney, Asa Butterfield, Chris O’Dowd, Ella Purnell, Ella Wahlestedt, Eva Green, Finlay MacMillan, Georgia Pemberton, Hayden Keeler-Stone, Judi Dench, Kim Dickens, Lauren McCrostie, Milo Parker, O-Lan Jones, Pixie Davies, Rafiella Brooks, Rupert Everett, Samuel L. Jackson, Terence Stamp
Produção: Jenno Topping, Peter Chernin
Fotografia: Bruno Delbonnel
Montador: Chris Lebenzon
Trilha Sonora: Danny Elfman
Duração: 127 min.
Ano: 2016
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 29/09/2016 (Brasil)
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Chernin Entertainment / Tim Burton Productions
Classificação: 12 anos

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Categoria: Aventura, Detalhando, Em Cartaz, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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Comentários (1)

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  1. Ameiii esse filme, ainda não tive oportunidade de ler o livro mas quero muito ler apesar de muitas pessoas estarem falando que o livro e bem mais detalhado, se o filme que é um pouco do livro imagina o próprio livro…

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