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Loving

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Depois de fazer bastante sucesso com O Abrigo e Amor Bandido, Jeff Nichols chamou a atenção no Festival de Cannes 2016 com a produção Loving, que é baseada na história real de um casal inter-racial, que foi preso e perseguido por terem se casado, no ano de 1958, algo que ainda era proibido em diversos estados, inclusive na Virginia, onde eles moravam. Como diria o protagonista Joel Edgerton: “O que mais me espanta é que este tipo de filme tenha eco na atualidade. Custo a entender porque duas pessoas que se amam não podem ficar juntas“. É exatamente por isso, que a produção possui um peso ainda maior, já que ainda vivemos em tempos do que pode ou não pode para que seja consumado um casamento. O filme chega como forte candidato a disputar prêmios na próxima edição do Oscar e não serão injustas algumas indicações, sem dúvidas umas das belas produções promovidas pelo Festival do Rio deste ano.

>> Essa crítica foi escrita para a cobertura do Festival do Rio 2016 e clicando aqui, você confere mais textos!

O longa investe seu primeiro ato no desenvolvimento do relacionamento de Richard e Mildred Loving e consegue nos envolver, fazendo com que acreditemos no amor deles e com que torcemos pelo sucesso de sua união. É com carinho e com cenas simples, que percebemos o quanto isto incomoda as pessoas ao seu redor e o quanto eles sofrem calados até serem presos e destratados por policiais, que souberam do caso após a, possível, denúncia de vizinhos. Expulsos de casa e cansados de viver longe das pessoas que gostam, resolveram começar então uma luta pelos seus direitos e fica mais do que evidente que não há aqui um objetivo de mudar o mundo, mas sim uma busca constante para que pudessem retornar as suas vidas ao normal.

Impossível não estarmos ao lado deles nessa batalha com a maneira que Nichols nos apresenta os fatos. O filme é calmo, sereno e não se dispõe de grandes cenas explosivas, esse não é o objetivo. É com muito submissão e medo que os personagens se percebem cercados pelo sistema e com mais cautela e receio que aceitam comprar essa briga. Esse por sinal é o ponto mais diferenciado do filme, fazendo dele único e tocante, porém, também, o torna muito tranquilo para abordar um tema que causou tanto alvoroço pelas ruas na época. Não há também uma personificação de vilania, o sistema é o culpado, as crenças são culpadas e há, também, a colocação do preconceito, até mesmos, dos negros, que afirmam que Richard é louco e deveria se separar para sair dessa situação de forma rápida, fácil e tranquila.

A atuação da dupla principal está incrível e faz a diferença em LovingJoel Edgerton (O Grande Gatsby, A Hora Mais Escura) comove, cheio de receios e, apesar de aparentar, um homem forte e bruto, é delicado e envolvente. Seu personagem sofre, sofre pois é considerado anormal, mas não abre mão de seu amor, puro e verdadeiro. É tocante as cenas em que brinca com os filhos e o quanto teme aparecer em público, mas o faz pela esposa e pelo sonho de estarem juntos em paz. Ruth Negga (Agents Of Shield) não fica atrás de seu parceiro de tela, seus olhos falam, seus olhos se comunicam com o espectador e parecem gritar: “Vejam que absurdo, se unam a nós, estamos sendo injustiçados!“. Sua fala calma e serena ecoa medo, mas possui o poder de encantar. A dupla deve ser indicada ao Oscar, se não forem os dois, acredito que pelo menos um seja lembrado. Ruth Negga sai na frente, principalmente pela campanha que se estabeleceu desde o ano passado #Oscarsowhite.

Tocante e emocionante, essas são as palavras que melhor resumem Loving, de um diretor que cada vez mais demonstra seu potencial e se afirma. Um filme sóbrio e sem obviedades, um filme com abordagem categórica e diferenciada.

Nota do Cd:
[Rating: 4.5/5]

Sinopse: Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga), um casal interracial, são presos em junho de 1958 por terem se casado. Jogados na prisão e exilados do estado onde viviam, eles lutam pelo matrimônio e pelo direito de voltar para casa como uma família.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Título Loving (Original)
Ano produção 2016
Dirigido por Jeff Nichols
Estreia: 4 de Novembro de 2016 ( Mundial )
Duração 123 minutos
Classificação
Gênero: Biografia Drama História
Países de Origem: Estados Unidos da América

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Categoria: Drama, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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