cheap jerseys| wholesale jerseys| Cheap Jerseys Hot Sale For World Cup| Cheap NFL Jerseys Supply, Wholesale Jerseys China Free Shippi| Cheap authentic jerseys,Wholesale jerseys Quality Cheap Jerseys| Cheap China Jerseys From China Wholesale NFL Jerseys Free Shipping| Wholesale NFL Nike Jerseys Free Shipping For Sale Cheap | cheap jerseys from china:wholesale jerseys free shipping| Cheap China Jerseys From China Wholesale NFL Jerseys Free Shipping| NFL Jerseys China: Authentic Quality Cheap Jerseys

[Resenha/Crítica]: Jovens, Loucos e Mais Rebeldes

jovens3
O passado sendo melhor que o presente.

Estamos acostumados a acreditar que as décadas passadas sempre foram melhores que os dias atuais. As pessoas falam que “antigamente era melhor”, “como a década de 80 era maravilhosa”, “as músicas dos anos 70 eram as melhores”, “queria ter nascido no início do século 20”, “antigamente roubavam menos”. Toda essa comparação pode ser verdade, mas, na maioria das vezes, a competição com o passado se torna infundada, pois cada época tem os seus prós e os seus contras, só que no presente não assimilamos as coisas boas e, depois de alguns anos, só lembraremos (com saudosismo) daquele passado que parecia ser o melhor presente que já vivemos. O diretor Richard Linklater (Boyhood: Da Infância à Juventude) traz, com maestria, um passado que parecia que estava bem ali, mas na verdade 30 passaram. E pasmem, todos viviam sem celulares e eram felizes. A única cena com telefone e tela dividida é só para lembrarmos que ele já existia. A década de 80 ficou lá atrás.

>> Essa crítica foi escrita para a cobertura do Festival do Rio 2016 e clicando aqui, você confere mais textos!

Em Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (melhor nome para remeter aos anos 80) acompanhamos um grupo de jogadores de beisebol da faculdade nos três dias que antecedem o início das aulas. Ali conheceremos os rapazes que querem se dar bem no jogo e, principalmente, no amor. Jake é o calouro que acaba de chegar à equipe e, rapidamente, vai saber como lidar com aquele mundo de novos amigos.

jovens

Richard Linklater é um dos melhores diretores para mostrar com naturalidade a vida cotidiana, suas histórias podem ser comparadas a um bom livro de cabeceira. Na trilogia Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-Noite, dois jovens passam anos em conhecimento, com muita conversa, até chegarem ao casamento e depois terem filhos, em Boyhood – Da Infância à Juventude, acompanhamos o crescimento de um garoto (vivido pelo mesmo ator), em sua adolescência, sem maneirismos, apenas como a vida é. Agora em Jovens, Loucos e Mais Rebeldes, como bem disse o título americano, “todos querem um pouco” e, é bem isso, eles querem viver como precisa ser vivido. Jogar, namorar, fumar, beber, brincar, tirar sarro um dos outros, sem grandes expectativas. Mostrar que a vida tem muito mais pra dar do que a gente imagina. Quase tudo nos faz recordar os filmes que víamos nos anos 80, mas com uma diferença imprescindível, não vemos os exageros das comédias daquela época, tudo é feito e mostrado com muita parcimônia. E essa diferença tem nome, Richard Linklater. A sua sutileza é primordial para que aconteça a naturalidade dos atos. Parece que nada acontece naqueles três dias que passam a história do filme, no entanto são momentos cruciais que estão sendo regidos com pensamentos que parecem vagos, mas não são, e que fazem parte de um futuro bem próximo. Com direção de arte perfeita, nos fazendo reviver o passado e com um elenco de atores desconhecidos, que ajuda a ambientar aqueles jovens que vivem uma moda bem peculiar, com bigodes, costeletas, jeans e calça cintura alta, o cabelo longo ou armado, tudo embalado pela “disco music”(vinda dos anos 70) ou do rock, que tinha um gosto de “faço o que quero”, tornando essa época uma era que não se perdeu, mas que foi inserida nos anos que vieram posteriormente. Uma época exuberante, início do resto de muitas vidas. E assistir Jovens, Loucos e Mais Rebeldes, principalmente quem viveu naquela época, é viver um momento de nostalgia misturada com a delicadeza plena, fazendo da imaturidade uma inocência disfarçada. Voltemos aos 80.

jovens1

Jovens, Loucos e Mais Rebeldes pode ser considerado uma comédia, realmente o riso está lá e, a graça com sutileza nunca foi tão bem-vinda, com homens em estado constante de crescimento  e relacionamentos que vão sendo construídos vagarosamente e podem se tornar grandiosos e eternos. Duas horas de puro deleite que fica com um gosto de “quero mais”. Quem dera tivéssemos mais diretores como Linklater, tão sublime, tão sereno e tão bondoso.

Nota: Jovens, Loucos e Mais Rebeldes pode ser considerado uma continuação afetiva de um filme de Richard Linklater de 1993, Jovens, Loucos e Rebeldes, que lançou alguns atores como, Milla Jovovich (Resident Evil: Retribution), Ben Affleck (Batman vs. Superman), Parker Posey (Homem Irracional) e Matthew McConaughey (Interestelar).

Nota do CD:

[Rating:4/5]

Sinopse:Em Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (melhor nome para remeter os anos 80) acompanhamos um grupo de jogadores de beisebol da faculdade nos três dias que antecedem o início das aulas. Ali conheceremos os rapazes que querem se dar bem no jogo e, principalmente, no amor. Jake é o calouro que acaba de chegar à equipe e, rapidamente, vai saber como lidar com aquele mundo de novos amigos.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Comédia
Direção: Richard Linklater
Roteiro: Richard Linklater
Elenco: Austin Amelio, Blake Jenner, Christina Burdette, Courtney Tailor, Ernest James, Forrest Vickery, Glen Powell, J. Quinton Johnson, Jason Liebrecht, Jonathan Breck, Juston Street, Ryan Guzman, Sophia Taylor Ali, Tanner Kalina, Taylor Murphy, Temple Baker, Tyler Hoechlin, Will Brittain, Wyatt Russell, Zoey Deutch
Produção: Ginger Sledge, Megan Ellison, Richard Linklater
Fotografia: Shane F. Kelly
Montador: Sandra Adair
Duração: 117 min.
Ano: 2016
Cor: Colorido
Estreia: 20/10/2016 (Brasil)
Distribuidora: Califórnia Filmes
Estúdio: Annapurna Pictures / Detour Filmproduction / Paramount Pictures

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Categoria: Comédia, Detalhando, Em Cartaz, Festival do Rio de Janeiro, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *