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[Resenha/Crítica]: Star Trek – Sem Fronteiras – Crítica 2

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Mudando para melhor.

Nos filmes, para um melhor desenvolvimento dos personagens, o primeiro passo é ter um elenco menor. Quando temos apenas duas pessoas no enredo, se torna uma maravilha. Mas nem tudo dá pra ser feito assim. Em Star Trek: Sem Fronteiras existem vários personagens que são importantes para o desenrolar da trama, daí o mais correto seria que todos brilhassem individualmente. E o filme caminhou para isso. Que seja melhor em dupla. Em certo momento, todos os personagens são obrigados se desprender um dos outros. O que já aconteceu no filme de 2013 (Além da Escuridão), em que cada um deles tem seu momento particular, e agora, quase não há momento para coadjuvante, todos são pequenos protagonistas e, no meio de tanta gente, é difícil gerenciar momentos interessantes para todos eles, mas não é impossível.

O Capitão Kirk e sua tripulação estão no terceiro ano da missão no espaço, muitas dúvidas passam por sua cabeça. Ele não sabe se o que está fazendo é o mais correto. A nave é atacada. Todos caem em um estranho planeta. O vilão Krall quer se apoderar de um objeto da Enterprise e nutre ódio mortal pela Frota Estelar.

Simon Pegg (Avatar), também ator do filme, é um dos roteiristas, junto com Doug Jung . E isso faz toda a diferença. Pegg, sendo ator, trouxe mais emoção e homogeneidade aos personagens. O filme, literalmente, consegue rumar para outros ares, está mais solto. Dos filmes da franquia, esse é o que consegue melhor dividir as ações em seus núcleos, juntos ou separados. Nesse Star Trek temos dois sentimentos a mais. As perdas de dois atores que faziam parte da turma: Leonard Nimoy  e Anton Yelchin. No filme, Nimoy está sempre sendo lembrado por um dos personagens, como uma homenagem póstuma da perda irreparável e que está no imaginário de muitos adultos. Já Yelchin exala carisma em todos os personagens que fazia. Ele é o mais jovem, um dos mais sagazes e inteligentes da tripulação. Todas as vezes que ele aparece, bate uma nostalgia. Grande perda, mas os bons morrem jovens.

Já dizia o ditado que não se mexe em time que está ganhando. Nem sempre. Às vezes para o time ficar mais coeso e afinado, pode vir um técnico diferente. O diretor Justin Lin, de Velozes e Furiosos, tomou o lugar que era de J.J. Abrams (Super 8), que ficou como produtor, e Justin, que já tem carreira consolidada com “ação de últimas consequências” traz um novo vigor à franquia, com um sentimento diferenciado, alguns seres com um pouco mais de humanidade. Um certo toque de magia. Muita graça sem forçar o riso e a esperança de que outros bons filmes da saga virão por aí. Só faltou o Idris Elba “aparecer” de verdade. Os bons entenderão.

Nota do CD:

[Rating: 3.5/5]

Sinopse: Após sofrerem com a ira de John Harrison (Benedict Cumberbatch), Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchin) e Scotty (Simon Pegg) retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Star Trek – Sem Fronteiras
Título Original: Star Trek Beyond
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Ação / Aventura / Ficção
País de Origem: EUA
Duração: 120 minutos
Direção: Justin Lin
Estreia no Brasil: 01/09/2016
Estúdio/DistribUidora: Paramount Pictures
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana, Simon Pegg, John Cho, Anton Yelchin, Idris Elba, Sofia Boutella, Joe Taslim.

 

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Categoria: Detalhando, Em Cartaz, Ficção, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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