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Resenha de Filme: Deadpool

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Atualmente vive-se no cenário cinematográfico a era das adaptações de HQs para as telonas. Há uma geração inteira de fãs que acompanharam todo o crescimento das franquias que já se tornaram praticamente um gênero fílmico. Deadpool, o mais novo longa de herói da Fox, se aproveita justamente dessa onda dos últimos anos para criar uma obra de referência mergulhada num rio de metalinguagem.

O ponto mais alto do filme é capacidade de unir ao conteúdo da trama as mais diversas piadas com o gênero de longas de quadrinhos. Não existem limites para as tiradas da personagem título. Inclusive, no set, todos os atores eram livres para criar e eram incentivados a fazer cacos (fala improvisada que não está no roteiro original) o quanto quisessem. O campeão, obviamente, era o ator que interpreta o protagonista, Ryan Reynolds. Inclusive, o quase sempre bom moço nas telas, sai de seu lugar comum de feições de plástico sem graça para um nível totalmente novo e, claro, mais elevado.

Inclusive, Reynolds foi um grande defensor do filme e lutou muito para que o mesmo fosse realizado e assina a produção do mesmo. O longa, que começou a ser idealizado em 2000, tinha a intenção de tê-lo como ator desde 2004. Contudo, o conteúdo considerado forte, que daria censura 18 anos à adaptação, foi sendo deixado de lado porque não se pensava que jamais uma obra de herói daria certo se tivesse uma limitação tão grande de classificação etária. Depois de muito “vai e vem” e do terrível Deadpool de X-Men Origins: Wolverine, também interpretado por Ryan, o filme finalmente aconteceu. E o ator nunca, em onze anos, nunca perdeu sua personagem por conta de sua obsessão em fazê-la. Ele fez mais do que por merecer e seu estudo e dedicação refletem claramente em sua performance.

Por conta das dificuldades que a produção enfrentou em relação ao estúdio, houve um plano de gastar o mínimo possível para caso existisse um fracasso por parte da obra, o impacto fosse mínimo. Porém, o baixo orçamento não prejudica o filme em nada. As cenas de ação são bem construídas e executadas desde os créditos iniciais. O bom aproveitamento é, provavelmente, um mérito do debutante em longa-metragens, Tom Miller, o diretor trabalha há muitos anos com efeitos especiais em vídeo games (Scott Pilgrim Contra o Mundo, Star Wars: The Old Republic) o que deve ter dado uma dianteira no quesito habilidade e aproveitamento máximo dos recursos que possuíam.

A “homenagem” ao universo de quadrinhos é tão grande que há certo clima anos 2000, uma sensação de “já vi essa fotografia em algum lugar.” Mas essa familiaridade fica, ainda bem, somente nos aspectos visuais do filme que, mesmo que não seja a intenção, dá um ar nostálgico dos primórdios de X-men, por exemplo. E, por falar na franquia dos mutantes, a melhor tirada do longa é a em relação ao ator que interpreta o Professor X. Como, nos últimos anos, existiu uma série de filmes dos X-men, uma passada nos então dias atuais e outra no passado, ambas com atores diferentes, Deadpool faz uma piada sobre quem seria o Xavier caso ele encontrasse no universo de seu filme e diz algo como “Stewart ou McAvoy? Essas linhas temporais sempre me deixam confuso.” Ou seja, mitou e trollou a lógica das adaptações que, para manter a verossimilhança da história, ignoram o fato de serem dois atores diferentes.

Unido à piada dos atores, o filme brinca o tempo inteiro com a maneira em que a realidade de X-men é abordada na história. Isso porque, do universo dos mutantes, só aparecem Colossus (Stefan Kapicic) e Megasonic (Brianna Hildebrand), na Escola somente se vê os dois e, claro, que o protagonista não deixaria isso por pouco e comenta da falta de orçamento para contratar outros atores da franquia, incluindo Hugh Jackman. Esses são alguns dos exemplos de amontoados de boas piadas. A única que soa forçada é a com o próprio Reynolds. Lógico que muitos o encaram como um mau ator e só um corpo sarado, mas esse chiste poderia ter sido utilizado com mais destreza e num momento mais propício. Da forma em que é colocada termina ficando sem graça.

Neste caldeirão de referências, piadas e piadas de referências, está a história de origem do herói Deadpool. Risos à parte, o que torna o Wade Wilson super e a maneira como ocorre é triste e perturbadora. Ainda que a personagem nunca perca seu senso de humor, ele passa por momentos de medo, de incertezas e, impressionantemente, seu intérprete passa todas essas sensações com o olhar, com uma levantada de sobrancelha, até porque a personagem não quer demonstrar para o vilão Ajáx, ou melhor, Francis . Aliás, se tem algo genérico e mal construído nesse filme é o oponente do protagonista. Não há camadas, conflitos. Por conta de seus poderes ele não sente nada e por conta dessa característica, não passa absolutamente nada além de closes em suas feições inexpressivas.

O ator que interpreta Francis, inclusive, faez alguns filmes de ação, como Carga explosiva: o legado e Esquadrão sem limites e parece ter estampado em seu rosto uma “cara de personagem de aventuras alucinantes” do Supercine que impede sua personagem de ter qualquer tipo de característica marcante, ele somente está lá para fazer Reynolds brilhar. Por conta de sua vilania genérica, os conflitos terminam se tornando também genéricos e poderiam ser  de qualquer outro filme do gênero.

O ponto fraco do filme não chega a diminuir sua força enquanto obra como um todo nem apaga seu futuro potencial como franquia. A divulgação muito acertada deve trazer bons frutos para o objeto de obsessão de Ryan Reynolds e, como não decepciona, deve cativar os fãs, principalmente aqueles mais adeptos da carreira dos quadrinhos no cinema do que nas revistinhas em si.

NOTA:
Nota do CD:
[rating:3,5/5]
Nota dos Leitores:
[kkstarratings]

Trailer:

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Deadpool
Título Original: Deadpool
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Ação / Aventura / Ficção
País de Origem: EUA / Canadá
Duração: 108 minutos
Direção: Tim Miller
Estreia no Brasil: 11/02/2016
Estúdio/Distribuidora: Fox Filmes
Idade Indicativa: 16 anos
Elenco: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein, T. J. Miller, Gina Carano, Brianna Hildebrand, Stefan Kapičić, Leslie Uggams, Jed Rees, Karan Soni, Stan Lee e Rob Liefeld.

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Categoria: Ação, Comédia, Heróis, Hilda Lopes Pontes, Resenhas de Filmes

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