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Resenha de Filme: Mad Max – Estrada da Fúria

Mad-Max

Esta em cartaz nos cinemas nacionais Mad Max: Estrada da Fúria, quarto filme da franquia criada por George Miller e que após anos de complicações, atrasos e adiamentos finalmente chega a tela grande. Confesso que inicialmente eu não estava tão animado para ver esta produção, mas os trailers, os comentários de alguns amigos e a boa receptividade da critica especializada dos EUA possibilitaram uma mudança de cenário e já com alguma expectativa fui conferir essa película nos cinemas. A nova produção tem Tom Hardy (Guerreiro) vivendo o papel de Max Rockatansky contracenando com Charlize Theron (Branca de Neve e o Caçador) e Nicholas Hoult (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), naquele que já pode ser considerado o melhor filme da cine-série e que já figura para mim na lista de melhores filmes de ação de todos os tempos.

O longa situa-se novamente no mundo de Wasteland, mas o mesmo não é uma sequência direta do filme anterior Mad Max – Além da Cúpula do Trovão. Em entrevistas recentes Miller informou que deve lançar mais filmes da franquia, já que o longo período de produção de Estrada da Fúria lhe permitiu pensar e desenvolver vários arcos que não foram aproveitados nesta produção. Para nossa sorte e pelo bem do cinema, mesmo tendo custado aproximadamente $150 milhões – justamente por causa dos problemas de adiamento do filme e por preferir fazer a maioria das cenas com efeitos “práticos” – a bilheteria na primeira semana indica que o projeto deve ter lucro, o que já levou a Warner anunciar a produção do próximo filme da franquia, intitulado Mad Max: Wasteland.

O filme se passa em um mundo pós-apocalíptico onde a humanidade está em colapso, a loucura impera no meio ao deserto em quase todos lutam pelas necessidades da vida. Neste mundo de fogo e sangue, dois rebeldes talvez sejam capaz de restaurar alguma ordem. Max (Tom Hardy), um homem de ação e de poucas palavras, que busca paz de espírito depois da perda de sua mulher e seu filho após o caos. Enquanto Furiosa (Charlize Theron), uma mulher de atitude que acredita que seu caminho para sobreviver pode ser alcançado se ela cruzar o deserto de volta para sua terra natal.

Mad Max: Estrada da Fúria é uma obra de arte, a edição juntamente com trilha sonora fazem deste a primeira opera rock pós-apocalítica já filmada, o que o coloca definitivamente entre os meus filmes favoritos. Os anos de produção e todo o hype se justificam nas duas horas em que ficamos presos na cadeira e passamos a maior parte do tempo boquiabertos saboreando a insanidade e o brilhantismo de Miller em cada sequência de ação. O filme foi feito quase que totalmente em uma velocidade, priorizando um ritmo intenso e a ação crescente que vai tomando toda a tela em vários momentos. Não bastasse isso, a palheta de cores e o figurino fantástico juntamente com todo o design absorvem a beleza e sujeira da estética do longa, deslumbrante, um contraste que se faz necessário e salta aos olhos do espectador. A escolha pelos efeitos práticos também é outro ponto alto da película, fazendo com que cada cena tenha um impacto muito maior e a ausência de slow motion é chute na cara de Michal Bay e de tantos outros diretores que usam e abusam deste recurso.

A narrativa é simples, como os grandes filmes de ação devem ser, os diálogos são mínimos, mas mesmo assim da para o espectador desenvolver empatia com os três personagens principais. Ao longo dos seus 120 minutos de projeção conseguimos captar e entender as singularidades, o sofrimento, os sonhos e os desejos de Max, Furiosa e Nux (Nicholas Hoult). Este roteiro mesmo surtado, focado na ação e desenvolvendo três protagonistas ainda reserva tempo para que sejamos “apresentados” a esse “novo” mundo chefiado por Immortan Joe, habitado pelos seus “war boys” e os outros guerreiros/sobreviventes insanos de Wasteland. Mad Max: Estrada da Fúria repagina o gênero de ação pós-apocalíptico e coloca-se muito a frente dos outros filmes de ação desta década. É algo que por mais que eu tente exemplificar com belas palavras, floreamentos e muitos adjetivos o espectador só vai entender realmente quando conferir nas telas de cinema.

Nota do CD:
[rating: 5/5]

Nota dos Leitores:
[kkstarratings]

Trailer:

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Mad Max – Estrada da Fúria
Título Original: Mad Max: Fury Road
Ano de Lançamento: 2015
Gênero: Ação
País de Origem: Austrália / EUA
Duração: 120 minutos
Direção: George Miller
Estreia no Brasil: 14/05/2015
Estúdio/Distribuidora: Warner Bros. Pictures
Elenco: Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Hugh Keays-Byrne, Josh Helman, Nathan Jones, Zoë Kravitz, Rosie Huntington-Whiteley, Riley Keough, Abbey Lee, Courtney Eaton, John Howard, Richard Carter, Angus Sampson, Jennifer Hagan, Megan Gale, Melissa Jaffer, Quentin Kenihan, Coco Jack Gillies, Chris Patton, Stephen Dunlevy, Richard Norton.

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Categoria: Ação, Cult, Resenhas de Filmes, Silvano Vianna

Sobre o autor ()

Um dos fundadores do Cinema Detalhado, sou psicólogo de formação e cinéfilo por opção. Assisto a qualquer tipo de filme, mas sou muito mais criterioso para recomenda-los.

Comentários (1)

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  1. Imaginar que tanta treta na produção resultou numa obra como essa é incrível, tinha tudo pra dar errado mas concordo contigo, um dos melhores filmes de ação de todos os tempos.

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