cheap jerseys| wholesale jerseys| Cheap Jerseys Hot Sale For World Cup| Cheap NFL Jerseys Supply, Wholesale Jerseys China Free Shippi| Cheap authentic jerseys,Wholesale jerseys Quality Cheap Jerseys| Cheap China Jerseys From China Wholesale NFL Jerseys Free Shipping| Wholesale NFL Nike Jerseys Free Shipping For Sale Cheap | cheap jerseys from china:wholesale jerseys free shipping| Cheap China Jerseys From China Wholesale NFL Jerseys Free Shipping| NFL Jerseys China: Authentic Quality Cheap Jerseys

Resenha do filme: “My Fair Lady” (1964)

myfairladyposter

Clássico! Emocionante! Inovador!

My Fair Lady entrou para a história de Hollywood como um dos filmes mais importantes, bonitos e de sucesso da Era de Ouro do cinema. Talvez pela direção acertada de George Cukor, ou pelas atuações de Audrey Hepburn e Rex Harrison, ou até mesmo por ser uma adaptação da peça Pigmalião (Pygmalion), de George Bernard Shaw. Nomes de peso, e uma história que agrada foram os pontos fortes dessa produção.

Henry Higgins (Rex Harrison), um estudioso da fonética, o qual é capaz de identificar a origem de uma pessoa simplesmente por ouví-la falar, é um homem ultra preocupado com o bem falar da língua inglesa, que ao encontrar  a florista Eliza Dootlittle (Audrey Hepburn) e sua fala cockney, característica da camada pobre da população de Londres, e afirmar que poderia fazê-la falar como uma verdadeira “lady”, é desafiado por um amigo, o Coronel Pickering (Wilfrid Hyde-White) a ensiná-la, durante seis meses, a ser uma verdadeira dama, e se apresentar como tal em um baile da embaixada no Palácio de Buckingham, diante de toda a nobreza, sem despertar suspeitas quanto à sua origem humilde, em troca de dinheiro para financiar suas pesquisas. Eliza por sua vez, vê nessa transformação a sua oportunidade de “ser alguém” na vida, e ter a sua própria floricultura, e não precisar mais se arriscar nas ruas de Londres. E assim, depois de negociações frustadas (Eliza queria lhe pagar as aulas), ele concorda não somente em fazê-la falar corretamente, mas também em treiná-la como ser uma dama da sociedade. E assim se inicia a relação desses personagens, a qual é incrivelmente difícil, devido à arrogância do professor, e o temperamento forte da aluna. E como não podia faltar, além de músicas, figurinos e muita fonética, o amor dos personagens surge.

George Cukor dirige o longa com maestria, trazendo ângulos de câmera bem originais para a época, além do uso das cores certas no filme, alternando do sombrio e “frio” das ruas de Londres, até o colorido e vibrante das rodas da alta sociedade londrina. Alem disso, a sua direção consegue retratar um assunto muito importante, e tão atual, pois a boa fala ainda e muito valorizado nos ias atuais, seja em sua trajetória de estudos e trabalho, como também em seus ciclos de sociais, onde o “falar errado” ainda é motivo para exclusão social, mesmo que muitas vezes, o individuo não tenha tido oportunidade para ter tal conhecimento.

Como um bom musical, o longa conta com cenas do gênero, mas que para mim podem ser cansativas. Para os não amantes do gênero, o filme é longo, e as músicas são mais elaboradas e menos “hollywoodianas” ou “comerciais”. Em outras palavras, não é o musical fácil de assistir, as músicas podem soar densas. O filme é longo, e tem cenas que podem parecer intermináveis. Mas mesmo assim, vale a pena!

Por trás da película, existem curiosidades bem interessantes: Rex Harrison já atuava como Henry Higgins na Broadway, junto com Julie Andrews (“A Noviça Rebelde”), que iria interpretar Eliza, mas como a atriz se resusou a fazer um teste de cena, foi substituída. Audrey Hepburn não canta em cena. Embora ela tenha treinado para atuar cantando, mas no final, ela foi dublada em todas as cenas.

“My Fair Lady” levou 8 estatuetas do Oscar 1965, entre elas: Melhor FilmeMelhor DiretorMelhor Ator (Rex Harrison) e Melhor Figurino – colorido.

Resumindo, é um musical clássico, atemporal e bonito, mesmo que por vezes acabe sendo cansativo! Mas que vale a pena ser visto!

Nota do CD:
[rating:3,5/5]
Nota dos Leitores:
[kkstarratings]

Why Can’t The English? – My Fair Lady (legendado)

 

Título Original: My Fair Lady.
Origem: Estados Unidos, 1964.
Direção: George Cukor.
Roteiro: Alan Jay Lerner, baseado em peça de George Bernard Shaw.
Produção: Jack L. Warner. 
Fotografia: Harry Stradling Sr.
Edição: William H. Ziegler.
Música: David Arnold.
Elenco: 
Audrey Hepburn, Rex Harrison, Stanley Holloway, Wilfrid Hyde-White, Gladys Cooper, Jeremy Brett, Theodore Bikel, Mona Washbourne, Isobel Elsom, John Holland, Elizabeth Aimers, Helen Albrecht, John Alderson, Mary Alexander, LaWana Backer, Frank Baker, Lois Battle, Brittania Beatey, William Beckley, Marjorie Bennett, Oscar Beregi Jr., Betty Blythe, Diana Bourbon, Iris Bristol, Sue Bronson, Meg Brown, Buddy Bryant, Walter Burke, Bea Marie Busch, Colin Campbell, Jeannie Carson, Paulle Clark, Natalie Core, Tom Cound, Jennifer Crier, Maurice Dallimore, Allison Daniell, Henry Daniell, Donna Day, Roy Dean, Thomas Dick, Brendan Dillon, Anne Dore, Pauline Drake, Harvey B. Dunn, Sandy Edmundson, Joe Evans, Kai Farelli e Ray Foster.

 

Tags: , ,

Categoria: Box-Colunas, Musical, Ticiana Araujo

Sobre o autor ()

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *