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Crítica: 007 Um Novo Dia Para Morrer (007 Die Another Day)

O filme 007 Um Novo Dia Para Morrer marca a despedida de Pierce Brosman no papel de James Bond e com ela vem a sensação de que ele merecia roteiros mais dignos de seu trabalho. A verdade nua e crua e que em sua despedida esqueceram de dar o enfoque exatamente no roteiro e nos diálogos e passaram a prestar atenção apenas em grandes explosões e diversas daquelas cenas de ação que já são clichê em Hollywood.
Depois de ser traído durante uma missão na Coréia do Norte, Bond termina preso por um longo período, mas é libertado em uma troca por um comandante coreano de nome Zao. Ao retornar à MI6 ele recebe de M. a notícia de que está ultrapassado e que sua licença para matar estava revogada, pelo fato dele não ter mais serventia para o trabalho. Como isso não é motivo para impedir o agente de tentar demonstrar seu valor e resolver o problema por suas próprias mãos, ele sai em busca da solução do mistério e se depara com um milionário de nome Gustav Graves.
O espectador menos exigente, ou menos interessado em grandes diálogos, irá se divertir sem sombra de dúvidas, pois o filme tem um ritmo alucinante até demais. Chega a ser exagerado o nível de absurdos que propuseram e tudo isso se torna uma daquelas receitas indigestas com uma pitada muito barulho na cobertura. Diversos acontecimentos são mal explicados, como por exemplo o verdadeiro motivo de Jinx estar investigando Gustav Graves ou até mesmo o motivo da existência de Zao, que é uma peça extremamente inútil para a trama, mas que serve muito para a ação clichê.
O diretor Lee Tamahori perdeu o fio da meada e parece ter tido planos grandes demais para o que ele poderia fazer. As locações escolhidas não são bem justificadas e a trama se torna uma grande confusão ofuscada por explosões. Ao menos ele acertou por não levar seu filme muito a sério, pois ai já seria apelar e chamar o espectador de burro. Surfe no tsunami, carro invisível e maquinas dos sonhos me pareceu demais até para o universo Bondiano.
O ponto positivo do longa é o fato dele brindas os 40 anos do personagem e nos presentear com diversas citações aos clássicos do passado. Podemos rever cenas que remetem a Dr. No, quando Halle Berry sai do mar vestida a caráter de Ursula Andress, o estoque de gadgets do passado ou a cena do raio laser como instrumento de morte. Outro ponto forte da produção é a música interpretada por Madonna, mas nada que possa salvar o filme do fracasso.
Muitos chegaram a achar que esta seria a despedida de Bond nos cinemas, mas em 2005 anunciaram que Daniel Craig iria assumir o papel e nos brindar um ano depois com o melhor filme de toda a franquia. Outra conclusão que se pode tomar é que 3 filmes talvez seja o necessário com um ator, a menos que ele demonstre muita motivação, pois Brosman aqui já aparentava estar entediado e tanto é certo isso que ele foi ofuscado pela presença de Halle Berry, que está mais divertida que o próprio protagonista. Talvez ele tenha cansado de esperar o roteiro que merecia.

Categoria: Ação, Especial James Bond, Muito Fraco, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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