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Crítica: 007 Contra Goldeneye (007 Goldeneye)

Por longos seis anos se imaginou que tínhamos nos despedido do agente secreto mais querido dos cinemas, principalmente pelo fato de que tudo dava a entender que não mais o veríamos. 007 – Permissão Para Matar havia sido um fracasso de bilheteria, o que já comentei anteriormente que foi uma situação injusta, Albert Broccoli enfrentava problemas de saúde e não mais poderia ser responsável por produzir a franquia e a MGM foi vendida e causou um desgaste com a Eon Prouctions, o que gerou diversos problemas judiciais. Outro problema que surgiu foi o fato de Timothy Dalon, que ainda tinha contrato para mais uma película, cansar de esperar os problemas jurídicas da produtoras e decidir abandonar o papel.
Com toda essa situação foi feita uma reformulação no elenco principal e Pierce Brosman, que no passado já havia sido cotado para substituir Roger Moore, passou a encarnar James Bond nos cinemas. Outro personagem que sofreu uma mudança radical foi M., que passou a interpretado, magistralmente diga-se de passagem, por uma mulher, Judi Dench. Albert Broccoli não tinha a menos condição de seguir no trabalho de produtor, tanto que veio a falecer 7 meses após o lançamento do filme, e passou o bastão para sua filha Bárbara.
Impossível para mim não fazer essa crítica sem jogar um pouco de emoção nas palavras, afinal de contas este é o primeiro filme de Bond que assisti e aquele que passei a maior parte de minha infância jogando no vídeo game. Goldeneye me chamou muita atenção naquela época em que gravávamos os filmes nos vídeo-cassetes e ficávamos revisitando as produções ao mesmo tempo em que adiantávamos os comerciais de televisão. Depois de muitos anos e com um olhar mais crítico percebo que não estamos diante de uma produção sensacional como imaginava, mas sim diante de um grande filme, que soube ser muito bem guiado pelo diretor Martin Campbell.
A direção do filme já entra como um ponto fortíssimo da produção, conseguindo ofuscar os problemas e mantendo um ritmo alucinante junto ao espectador. Campbell conseguiu demonstrar uma enorme capacidade de trabalhar as cenas de ação e uma grande noção de tempo e espaço, que lhe permitiu fazer uma grande montagem da obra. Outro aspecto interessante é que ele conseguiu encontrar momentos certos para aplicar o humor e a seriedade, o que resgatou o charme do personagem, que havia se perdido desde os tempos de Sean Connery, mas não perdeu um pouco do senso de humor que Roger Moore empregou ao personagem. O que se perdeu foi um pouco da violência que se viu nos tempos de Dalton, mas ainda assim este é o filme que mais gente foi morta pelo agente. A verdade é que se não fosse o diretor estaríamos diante de um grande fracasso, principalmente pelo roteiro, que não amarra toda as pontas satisfatoriamente.
As cenas pré-créditos são outro ponto marcante dos filmes do agente secreto. Algumas são inesquecíveis como a troca de roupa de Sean Connery ou a fuga de O Espião Que Me Amava, mas essa de Goldeneye é a melhor de todas. Em um curto espaço de tempo vemos o agente fazer bungee jumping, invadir uma represa soviética, fazer dupla com o 006, vê-lo ser assassinado e ainda escapar saltando de uma moto para no ar entrar em uma avião e impedir a sua queda. Todos os elementos mentirosos de Bond foram superados aqui.
Depois desse começo arrasador o longa se arrasta um pouco e não é claro o que fez Bond entrar de fato na investigação. Outro problema é que tentaram dar muito foco a Bond Girl Xenia Onatopp, que com seus estrangulamento com as coxas se tornou marcante para a franquia e talvez uma das personagens femininas mais interessantes. Problemas que foram ofuscados pela direção.
Pierce Brosman por muito tempo foi o meu Bond favorito, mas após este passeio que dei entre as produções, percebi que não era tudo o que imaginava. Inegável é o charme do ator e a forma divertida e interessante que ele abordou o personagem, resgatando suas origens e salvando a franquia. A M. de Judi Dench é a que mais gostei de todas, a mais carismática e empolgante de todas. Aqui ela atua mais como uma pessoa que Bond não se dê muito bem, mas ao desenrolar das produções foi se tornando uma matriarca para o herói.
Goldeneye é um filme especial e daqueles que mais gosto. Os fãs, como eu , também o associam a um dos melhores jogos de todos os tempos e grande parte de seu sucesso parte também da curiosidade de alguns junto ao game. Outra verdade é que a produção é uma volta no tempo, pois o modelo das produções havia sido totalmente transformado, mas ainda assim uma produção importante e marcante.
Trailer do Filme:

Categoria: Ação, Especial James Bond, Muito Bom, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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