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Entrevista com Chambinho do Acordeon, intérprete de Luiz Gonzaga em Gonzaga – De Pai para Filho

Fonte: Agência Primeiro Plano.


– Como você recebeu a notícia de que interpretaria Luiz Gonzaga e como foi o processo de preparação?

Eu passei mais de um mês sob o comando do Sergio Penna, preparador de elenco, com os outros quatro finalistas para o papel de Luiz Gonzaga. Passamos por vários testes e, um dia, estávamos em um barzinho esperando a ligação do Breno e foi quando ele me contou que eu seria o Gonzaga, foi muito emocionante. O trabalho com o Penna foi muito interessante porque fomos a diversos locais, como a Feira de São Cristóvão, ao Corcovado, toquei sanfona na rua. O Sergio foi muito paciente conosco e a cada dia descobríamos algo mais interessante, através de pesquisas, vídeos. Vir ao Rio foi muito importante, em todo lugar nos deparávamos com algo para a memória de Gonzaga.

– Quais as semelhanças e diferenças entre a sua história de vida e a de Gonzaga?

Nossas histórias são um pouco diferentes. Ele veio do sertão e eu nasci em São Paulo. Mas eu vivo do mesmo instrumento que ele vivia e da música que ele apresentou para o Brasil. A música para nós é uma batalha.

– Qual a diferença de cantar na gravação e fora dela?

Quando eu vou para o palco, a cada subida é uma emoção. Nós temos que mostrar serviço e, no meu caso, quando eu subo no palco é com muito amor ao que eu estou fazendo. Mas entrar interpretando o Luiz Gonzaga é uma responsabilidade muito maior. É toda uma história. É a tentativa de se aproximar do que ele fazia, dos seus gestos. Esse foi o maior desafio. Estou acostumado a subir no palco e ser eu, é bem diferente de subir lá para filmar Luiz Gonzaga. Foi muito emocionante e uma experiência muito boa.

– Como foi a experiência de atuar e trabalhar ao lado de Breno Silveira?

O Breno é um cara super humano, que tem uma sensibilidade fora do comum. No primeiro dia de filmagens, ele me chamou em um canto e disse “Aqui somos todos iguais, fique relaxado porque estamos em um barco. Se um afundar, todo mundo afunda”. Em algumas cenas, que eram mais difíceis, ele me chamava para explicar como eu deveria fazer. Eu agradeço muito pelo meu primeiro trabalho ter sido com o Breno porque ele me passou muita tranquilidade e isso foi muito importante para mim.

– Como foram as filmagens dos grandes números musicais, como o show filmado no Marco Zero, em Recife, por exemplo?

Quando eu saí do Rio de Janeiro para o Marco Zero houve uma preparação com o Penna para imaginarmos como seria o show no local. Mas quando chegamos lá, foi totalmente diferente, tinham quase 15 mil pessoas. No set, nós tínhamos um espaço para concentrar antes das cenas, lá não era assim. Esse foi o dia mais difícil, mais complicado porque subir no palco de Luiz Gonzaga, na terra do Luiz Gonzaga, no Estado dele e vestido como ele com todas essas pessoas aguardando… (risos). Mas quando eu dei o primeiro acorde todos ouviram Gonzaga e eu me senti como um popstar em um grande show, foi lindo.

– Como você acha que o povo brasileiro e principalmente os nordestinos enxergam Luiz Gonzaga?

As pessoas no Nordeste não veem Gonzaga apenas como sanfoneiro, mas quase como um santo. A imagem que elas têm do Gonzaga é extraordinária e eu acho que a história desse filme só vai reforçar essa visão. Além disso, com o filme, abre-se a possibilidade de os jovens conhecerem a história do Luiz Gonzaga. Todos nós conhecemos a sua música, ouvimos em festas, mas poucos sabem da vida dele, de sua importância. E, ainda quanto ao Nordeste, servirá também de inspiração, de um Nordestino que lutou e venceu.

– Pretende embarcar em outros projetos como ator?

Eu pretendo continuar minha carreira de sanfoneiro até porque eu fiquei muito tempo longe da família, quase nove meses. Mas é lógico que se aparecer uma oportunidade de um trabalho relacionado à música seria ótimo, eu também toco violão, piano.. mas, por enquanto, é saborear esse momento precioso.

Nivaldo Expedito de Carvalho, o Chambinho do Acordeon, é de família de piauienses, e “paulista por acidente”. Aos oito anos aprendeu os primeiros acordes na sanfona com seu avô. Aos 11 anos, Chambinho voltou para São Paulo e, anos depois, recebeu o convite para integrar a Banda Caiana. Mais tarde, foi convidado para acompanhar a Banda de Pífanos de Caruaru e participou também em Portugal, da divulgação do forró como o Forró na Pressão. Hoje, segue carreira solo e além de músicas autênticas, toca sucessos de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Alceu Valença e Zé Ramalho. Pelo interesse pela obra de Luiz Gonzaga, competiu contra cinco mil candidatos para o papel do Rei do Baião, saindo vitorioso.

Categoria: Entrevistas

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