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Crítica: Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (You Only Live Twice, 1967)

O ano é 1967, guerra fria em alta, eis que os americanos acusam os soviéticos de boicotarem o programa espacial ianque seqüestrando uma nave sua. Obstante a um conflito entre nações, a MI6, agência de espionagem britânica, afirma que a nave em questão está em território japonês, raptada por uma misteriosa organização. Logo o nosso agente 007 James Bond (Sean Connery, em seu penúltimo trabalho como o espião) é enviado para tratar do assunto em terras orientais e assim evitar a iminente guerra de proporções devastadoras. No Japão, ele se finge de morto para ter liberdade de se adaptar a cultura local, passando até por um treinamento ninja, e também não deixa de conquistar os corações das nipônicas com seu indelével charme.

A quinta aventura de James Bond no cinema, “Com 007 só se Vive duas Vezes”, é marcada pela primeira direção do britânico Lewis Gilbert na franquia, ele também dirigiria “O Espião que me Amava” (1977) e “007 Contra o foguete da Morte” (1979). Embora acredite que até então esse seja o melhor filme dos cinco primeiros protagonizados por Sean Connery para a cine – serie, ainda continuo vendo essas realizações da década de 60 como divertidas alegorias. Mesmo que aqui se procure manter uma pegada mais sisuda, até pelo co-protagonista Tigre Tanaka (Tetsurô Tanba), confiável agente japonês, é pouco provável que o espectador leve a sério algumas das características da obra, como projeteis disparados por cigarros e a transformação de Bond em um senhor japonês (?).
Todavia, quando o filme se despe de pretensões maiores, apostando em uma narrativa fantasiosamente agradável, temos uma aventura extremamente divertida, ágil, com um Connery mais do que a vontade para trabalhar o heroísmo sarcástico de seu personagem. Essas nuances satíricas de James Bond, de sujeito mulherengo, debochado nos momentos mais drásticos, é que se criou a lenda, tanto que posteriormente com a entrada de Roger Moore, o personagem passa a ser um sujeito acima do bem e do mal, com seu olhar distanciado das situações, sempre tem um vislumbre superior aos meros mortais. Em “Com 007 só se Vive duas Vezes” ainda que possa ser de uma maneira involuntária ou até mesmo um improviso do protagonista, percebe-se esse caráter particularmente fanfarrão do personagem ser talhado para o cinema.
O vilão da vez, Blofeld (Donald Pleasence), aparece pouco, porque durante boa parte do filme vemos apenas suas mãos acariciando um gato. No entanto, ele deve ser um dos antagonistas mais marcantes da franquia, tendo sido satirizado com propriedade nos filmes de Austin Powers (1997/99/2002). O design de arte elegante é um charme a parte, assim como a trilha sonora de John Barry (sua quarta composição para a serie) inspirada em sons japoneses. A canção tema, outra marca registrada, composta também por Barry, é cantada por Nancy Sinatra. Enfim, “Com 007 só se Vive duas Vezes” passa longe de ser o melhor filme da série, mas também não chega perto de um desastre. Suficientemente divertido, entretém com qualidade, com uma interpretação carismática de seu protagonista e uma trama minimamente elaborada, fugindo de viradas na história frágeis como a de Goldfinger, quando 007 faz a vilã passar para o seu lado depois de uma “bimbada”. Agora fiquei na dúvida, será que a principal arma de James Bond não foi construída pelo engenhoso Q?

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Categoria: Aventura, Celo Silva, Especial James Bond, Resenhas de Filmes

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Comentários (1)

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  1. Um dos grandes filmes do James Bond na fase Sean Connery e a grande revelação do vilão Blofeld – Donald Pleasence – esta ótimo. Também adoro a música tema.

    Abs.

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