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Crítica: Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close)

Tão Forte e Tão Perto foi o filme que surpreendeu muita gente com sua indicação ao Oscar. O longa, que chegou a ser considerado como forte candidato a estatueta, neste ano, não foi muito bem recebido pelos críticos, mas terminou se assegurando na disputa da duas categorias. A primeira delas é a de Melhor Filme, que podemos contestar e encontrar muito trabalhos melhores. A segunda é a de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação de Max Von Sidow (A Ilha do Medo), que confesso ter achado bem interessante, intimista e digna.

A trama, baseada no livro homônimo de Jonathan Safran Foer, nos leva a conhecer uma criança brilhante, de nome Oskar Schell, que perdeu o pai nos atentados terroristas do 11 de setembro, ou como ele chama: O Pior Dia. Vasculhando o antigo armário do pai, que ainda permanecia intacto, ele encontrou uma misteriosa chave e decidiu embarcar em um jornada para desvendar o seu mistério, mesmo que para isso ele precise visitar 472 pessoas e mais de 200 endereços.  Durante sua aventura ele irá conhecer muita gente e saber de muitas histórias interessantes. Somente assim ele será capaz de entender o sentido de todas as suas atitudes e do seu grande sofrimento.

O grande problema do filme é que ele literalmente tenta apelar a todo momento. Entendemos o sentimento de tristeza do garoto, nos imaginamos em seu lugar e nos comovemos com seu sofrimento. A questão é que, apesar de tudo isso, não conseguimos nos aproximar cem por cento do personagem e por muitas vezes terminamos achando que ele seja chato e mimado. As pessoas que tentam lhe ajudar algumas vezes são mau tratadas e seus constantes gritos chegam a irritar um pouco. A simpatia verdadeira com relação ao menino só começa de fato quando ele se aproxima do personagem vivido por Max Von Sidow, mas até então nosso relacionamento é baseado em admiração, amor e ódio. Inegável seu brilhantismo, mas passível de incômodo com tantos atos metódicos e “old fashion”. Apenas a título de curiosidade, Thomas Horn, protagonista da película, foi escolhido por ter sido o vencedor de um show de perguntas, que passa na tv americana. Os produtores do filmes diziam procurar um menino gênio para viver Oskar e encontraram nele uma boa oportunidade.

A explicação do filme ser indicado ao Oscar é nítida, pois ele foi arquitetado para isso e a todo momento tenta nos fazer chorar. A trilha sonora é sempre triste e ganha força quando Oskar fica mais emotivo. Não tiro o mérito dessas produções, pois em alguns momentos até ficamos balançados e alguma cenas são realmente marcantes e interessantes. As despedidas da mãe e do filho foram muito bem boladas e, sinceramente, não queria estar no lugar deles. Não queria viver esse desconforto e não queria estar presente naquele momento de angustia. Em suas mentes ainda havia esperança, mas seus olhos viam que não haveria mais retorno. Gostei bastante dessa parte.

Colocaria este como um longa de altos e baixos. Momentos marcantes e interessantes, porém muita vontade de fazer o espectador usar o lenço. Ainda reclamo um pouco da forma como conduziram o personagem principal, mas reforço que sua atuação melhora quando seu suposto avô aparece e sem dizer uma palavra sequer, consegue interagir com a criança e lhe encorajar a tomar atitudes que até então era impossíveis. O elenco é outro que enriquece  a produção, pois conta com boas participações como a de Viola Davis (Histórias Cruzadas) e John Goodman (O Artista), que aparecem pouco, mas proporcionam bons momentos. Tom Hanks (Larry Crowne) e Sandra Bullock (Um Sonho Possível) não fogem muito do que costumam fazer. Hanks é aquele cara carismático e com um sorriso capaz de lhe fazer sorrir e Bullock a mãe que sofre, chora, parece distante, mas está sempre presente em prol do filho.

Não vai mudar o mundo, é mais do mesmo, mas tem seus pontos fortes. Não indicaria ao Oscar e talvez se não tivessem gerado tanta expectativa ao seu redor, tivessem gostado mais. O que as pessoas dizem é que os velhinhos da academia gostam sempre daquilo que é “mais do mesmo” e eu até concordo, mas algumas vezes precisamos analisar uma outra vertente e buscar qualidade naquilo que estamos apreciando.

Trailer do Filme:

Categoria: Drama, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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Comentários (1)

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  1. Concordo, o garoto parece irritante as vezes – por mais que isso seja, na verdade, uma qualidade, funcionando a favor da narrativa. Não acho que seja tão melodramático – Cavalo de Guerra é muito mais, por exemplo -, embora a trilha sonora seja, sim, EXTREMAMENTE apelativa e a pior coisa do filme, facilmente.

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