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[Resenha/Crítica]: Mulher-Maravilha

A importância da Mulher-Maravilha em tempos atuais.

O cinema estava devendo um filme de heroína (ou anti-heroína) solo, pois as últimas incursões na telona não foram bem apresentadas, a exemplo de Elektra e Mulher-Gato, que viraram piadas, sendo rejeitadas pela crítica e pelo público. Os filmes, baseados nas histórias em quadrinhos, sempre deram mais chances para o lado masculino da força, menosprezando o poder das mulheres. Isso está mudando, devagarinho, mas está. Algumas boas personagens femininas sempre apareceram, em escalas menores, mas nada do bom protagonismo. Mística, Viúva Negra, Arlequina, Jean Grey, Tempestade, Mulher Invisível, Hit Girl, Vampira, Hera Venenosa, todas elas mostraram que poderiam vir sozinhas, com um filme pra chamar de seu. E, 2017, poderá ser o início de uma nova era para as heroínas, com a chegada da Mulher-Maravilha nos cinemas. Tudo depende do seu desempenho nas bilheterias e na aceitação do público. Se for bem, com certeza teremos outros filmes com o lado feminino da força.

Há anos que a história da Mulher-Maravilha era cogitada. Vários passaram pelo roteiro, direção e algumas atrizes, como Kate Beckinsale, Angelina Jolie, Eva Green e Kristen Stewart, foram pensadas para o papel da amazona, porém nada foi pra frente. Até chegar às mãos da diretora Patty Jenkins, aquela do filme Monster – Desejo Assassino, que deu o Oscar para Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria). Em idos de 2008, Jenkis quase deu vida à Mulher Maravilha, mas precisou parar com tudo, estava grávida, retomando o trabalho só agora, em 2015.

A primeira aparição da Mulher-Maravilha foi no fiasco Batman Vs Superman, mas nem a sua presença, de poucos minutos, fez o filme levantar voo. Um tremendo fracasso. Mas, dali, já víamos a boa plástica da atriz Gal Gadot (Velozes e Furiosos 6) Com presença enigmática, sensual e marcante, era, nitidamente, um grande acerto da produção.

Agora, com um filme todo pra si, pelo recurso do flashback, iremos conhecer sua infância, numa ilha secreta, Themyscira, onde vive com um grupo de amazonas, ao lado de sua mãe, Hipólita, e da tia Antiope. Já adulta, salva a vida de um piloto americano, Steve, e percebe que existe um mundo inteiro para salvar, indo embora do seio familiar.

O filme não quer ficar nos pormenores, ele chega contando a história que acredita ser a mais correta, nem que para isso precise ser entrecortado, ou melhor, gerando fluidez sem detalhar situações. E isso é um acerto. Ele ganha em agilidade e em apresentação, principalmente para quem não conhece a história da amazona Diana Prince, que tinha, desde criança, a vontade em se tornar uma guerreira.

A DC Comics pode começar a respirar aliviada, depois de algumas obras não tão convidativas ao sucesso, como Esquadrão Suicida e Batman Vs Superman, ela chega com um filme “redondinho”, bem feito e muito esperado pelos fãs. E o segredo dessa qualidade é de Gal Gadot, atriz, e Patty Jenkins, diretora. Elas são as molas propulsoras que dão vida à representatividade feminina, num filme que tem tudo para agradar crítica, público e, especificamente, às mulheres, que poderão se ver representadas na tela, e provar ao mundo que filme de ação também se faz com mulheres, tanto à frente, como atrás das câmeras.

Gal Gadot, a israelense que serviu o exército em seu país, vinha galgando um lugar ao sol desde Velozes e Furiosos 4 e, de lá pra cá, fez outros pequenos papéis, até cair em seu colo, a personagem que mudará a trajetória da atriz. A sua Mulher Maravilha mescla com a ingenuidade, mas nunca deixa a maturidade e a força que uma heroína exige e, claro, cheia de amor para dar, se tornando uma mulher como outra qualquer. E, Gadot é de causar embaraço com tanta suavidade e beleza. Ela cai, levanta, briga, ri e chora e, ainda, bate como ninguém. E ainda desdenha do sexo oposto: “Os homens servem para produzir filhos, mas para o desejo não tem serventia”. Danada, essa Diana.

Patty Jenkins, a diretora, em seu segundo filme, depois de alguns episódios de séries de tv, é uma mulher que sabe contar bem uma história. Ela tem a mão forte e correta, tanto para momentos suaves, quanto para os momentos de grande ação. O slow motion (câmera lenta) usado em excesso, causa certa estranheza, quase derrapando no conjunto da obra, não precisava, e o final também poderia ser remodelado. Tudo isso pode ser consertado nos próximos filmes que virão. Mas, de todo modo, Mulher Maravilha é um filme bacana, com história agradável, jogando fora o pedantismo de histórias recentes que não deram certo, e consegue remeter aos bons momentos das histórias em quadrinhos, resgatando um pouco do lúdico da série de tv. Enfim, ela chegou, e chegou mostrando toda a força de uma personagem que está, há anos, no imaginário de uma grande parcela de adoradores de Lynda Carter, a mulher maravilha da tv. Ufa, que alívio.

Nota do CD:

[Rating: 3.5/5]

Sinopse:Diana Prince, a pequena guerreira. Iremos conhecer sua infância, numa ilha secreta, Themyscira, onde vive com um grupo de amazonas, ao lado de sua mãe, Hipólita, e da tia Antiope. Já adulta, salva a vida de um piloto americano, Steve, e percebe que existe um mundo inteiro para salvar, indo embora do seio familiar.  

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Ação
Direção: Michelle MacLaren
Roteiro: Allan Heinberg, Flor Ferraco
Elenco: Ann Ogbomo, Chris Pine, Connie Nielsen, Eleanor Matsuura, Emily Carey, Eugene Brave Rock, Ewen Bremner, Florence Kasumba, Gal Gadot, Lisa Loven Kongsli, Lucy Davis, Madeleine Vall, Mayling Ng, Robin Wright, Roman Green
Produção: Charles Roven, Deborah Snyder, Zack Snyder
Fotografia: Matthew Jensen
Montador: Martin Walsh
Trilha Sonora: Rupert Gregson-Williams
Duração: 140 min.
Ano: 2017
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 01/06/2017 (Brasil)
Distribuidora: Warner Bros
Estúdio: Atlas Entertainment / Cruel & Unusual Films / DC Entertainment
Classificação: 12 anos

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Categoria: Detalhando, Em Cartaz, Heróis, Resenhas de Filmes, Vavá Pereira

Sobre o autor ()

Um publicitário que ama os filmes desde que nasceu. De Closer a O Senhor dos Anéis, de Uma Linda Mulher a O Poderoso Chefão. Sim, eu amo Julia Roberts! Gosto de quem gosta dos filmes que gosto, mas gosto mais ainda de quem não gosta, pois uma boa discussão não faz mal a ninguém.

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