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[Resenha/Crítica]: Fome de Poder

Independente de ser cliente ou não, todo mundo conhece e já ouviu falar sobre a rede de fast food McDonald’s, porém, quase ninguém tem o conhecimento de como como esse império, que hoje alimenta cerca de 1% da população mundial, foi construído.

Em Fome de Poder o espectador é apresentado a Ray Kroc, um homem de 52 anos, que sonha em se tornar um grande empresário, mas não consegue deixar de ser um simples vendedor de produtos que considera inovadores para o mercado. Sua vida começa a mudar quando ele recebe uma grande encomenda para aquisição de muitos exemplares de suas máquinas de Milk-Shake e, curioso quanto ao pedido recebido, ele resolve ir pessoalmente na lanchonete localizada em San Bernardino. Lá ele conhece os irmãos Dick Mc DonaldMac Mc Donald, que juntos haviam criado, através de uma engenhosa e meticulosa montagem de cozinha industrial e coordenação de movimentos, um restaurante de atendimento rápido e saboroso: McDonald’s. Encantado com o sistema criado, Ray convence então os irmãos a expandir o restaurante, através de franquias, por todo o Estados Unidos.

O roteiro de Robert Siegel (TurboO Lutador) é um dos pontos mais positivos de Fome de Poder, que consegue cativar o seu espectador desde o começo da projeção e faz com que suas quase duas horas de projeção passem rápido. Há também um cuidado muito interessante na direção de arte do filme, com cenários que recriam muito bem o período apresentado e com a utilização de um figurino que vai se alterando, discretamente, à medida que o personagem principal vai mudando de personalidade e obtendo êxito em seus objetivos. A utilização das cores, por sua vez, é um ponto fraco que afeta diretamente no tom empregado a produção, sendo esta sempre leve e divertida, mesmo sem poder ser em determinados momentos e justamente se contradizendo a uma trilha sonora deveras melancólica, que transforma, algumas vezes, atos inescrupulosos em heroísmo.

Outro pecado do filme está em sua direção, uma vez que John Lee Hancock (Walt nos Bastidores de Mary Poppins, Um Sonho Possível) não consegue dar o peso necessário para as ações tomadas pelo protagonista, tratando a obra sempre com um ar extremamente leve e sem prover qualquer espécie de crítica para os eventos que estão sendo apresentados. Michael Keaton (Birdman, Spotlight) apresenta um bom trabalho no papel do protagonista, conseguindo fazer com o que o espectador torça por ele no inicio de Fome de Poder e sendo cínico na medida certa quando necessário. As mudanças comportamentais são, também, apresentadas de maneira muito discreta, cabendo ao ator o êxito em sua atuação. Nick Offerman e John Carroll Lynch são carismáticos em suas atuações, mas Laura Dern sofre com um papel que não merece uma atriz de seu quilate.

Fome de Poder tinha potencial para ir além, mas não deixa de ser um filme interessante e um entretenimento acima da média.

Nota do CD:
[Rating: 3.5/5]

Sinopse: O drama conta a história real de Ray Kroc, um vendedor de Illinois, que conheceu Mac e Dick McDonald quando os dois gerenciavam uma hamburgueria na Califórnia, nos anos 1950. Impressionado com a rapidez do sistema de produção que os irmãos implementaram no restaurante e com a multidão de clientes que eles atraíam, Kroc imediatamente viu no negócio um grande potencial para franquias. Por meio de artifícios questionáveis, tirou a empresa das mãos dos irmãos McDonald e criou um império bilionário, que se tornou uma das mais conhecidas redes de fast-food do mundo.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Roteiro: Robert Siegel
Título Original: The Founder
Gênero: Drama
Duração: 1h 55min
Classificação etária: 10 Anos
Lançamento: 9 de março de 2017 (Brasil)

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Categoria: Detalhando, Drama, Em Cartaz, Resenhas de Filmes, Tiago Britto

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