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[Resenha/Crítica]: O Sono da Morte

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É sempre gratificante assistir a um filme de terror que não subestima a inteligência da audiência. E igualmente gratificante quando traz algo além duma história sinistra ou aterrorizante. Esse é o caso do interessantíssimo Sono da Morte, de Mike Flanagan. Com três títulos lançados em 2016 – Hush e o ainda inédito Ouija: A Origem -, o jovem diretor desponta como nome a se prestar mais atenção. Confesso que dos que assisti, o trabalho dele que mais me atraí é O Espelho (2013), terror de nuances dramáticas e até existenciais.

O Sono da Morte vai pelo mesmo caminho do citado O Espelho. A trama foca no pequeno Cody (Jacob Trembley), um encantador garotinho orfão com o dom de materializar seus sonhos. E os pesadelos também. As projeções de Cody transitam entre o real e o imaginário como nos filmes A Hora do Pesadelo. Mas diferente do universo de Freddy Krueger, os sonhos do menino não somente projetam cenas aterrorizantes. Há momentos de beleza e profunda melancolia, principalmente quando lida com a perda de seus personagens.

Enquanto os mais belos sonhos de Cody são povoados pela singela paixão por borboletas, nos piores habitam um monstro (o homem cancro). Capaz de consumir, literalmente, pessoas, Cody trava uma luta extenuante com o próprio sono. Dormir pode ser a porta de saída do monstro para machucar quem está a sua volta – normalmente pais adotivos como os co-protagonistas interpretados por Kate Bosworth e Thomas Jane. Ao descobrir o dom do garoto, ela passa a incutir memórias para que o menino sonhe com seu falecido filho.

Essa característica faz O Sono da Morte transcender o próprio gênero. O homem cancro é uma ameaça real, mas a principal ameaça parece morar mesmo é nas memórias de cada um. O que era apenas assustador num primeiro momento passa a ter uma aura de ternura capaz de causar comoção. A relação entre Cody e a mãe adotiva Jesse ganha contornos palpáveis. Nos importamos com o futuro dos personagens. Nos importamos se toda aquela loucura não vai os consumir a qualquer momento.

Além de todo o admirável desenvolvimento, recompensador também é notar a boa atuação de Kate Bosworth, atriz de prestígio abalado desde o fracasso em Superman – O Retorno (2006). A sua Jesse é uma mulher determinada. Determinada ao ponto de movimentar toda a trama e eclipsar tanto Thomas Jane quanto o adorável Jacob Tremblay. A conclusão é que O Sono da Morte não é somente um desses filmes que te fazem encarar a morte. No seu jeito peculiar de ser faz a morte nos encarar também…

Nota do CD:
[rating: 4/5]

Sinopse:Logo após perder o filho pequeno, o casal Jessie (Kate Bosworth) e Mark (Thomas Jane) aceita adotar Cody (Jacob Tremblay), um garoto da mesma idade. O filho adotivo se adapta bem à nova família, mas ele tem um problema: os seus sonhos se tornam realidade, e os pesadelos, especialmente, podem ser mortais. Quando Jessie e Mark investigam o passado do garoto, descobrem histórias sinistras.

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Gênero: Terror
Direção: Mike Flanagan
Ano: 2016
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estreia: 01/09/2016 (Brasil)
Distribuidora: PlayArte

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Categoria: Celo Silva, Detalhando, Em Cartaz, Resenhas de Filmes, Terror

Sobre o autor ()

Teve sua aurora cinéfila no final dos anos oitenta. Pelos entremeios dessas experiências conheceu filmes como O Clube dos Cinco e o O Selvagem da Motocicleta. Ambos o fizeram perceber o Cinema como algo que pode transcender a simples diversão. E por esse delicioso caminho vem num constante aprendizado sobre cinematografia e seus afins.

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