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Game of Thrones – Sexta Temporada

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Aviso: alguns SPOILERS da temporada no texto a seguir.

A melhor maneira de compreender e apreciar o que representou esta sexta temporada do sucesso da HBO Game of Thrones é compará-la com a sua predecessora. A quinta temporada (Veja a Crítica) foi marcada por cenas fortes e um tom de sadismo – houve mais uma polêmica cena de estupro, uma menininha foi queimada na fogueira… No entanto, no sexto ano o pêndulo da série fez o movimento de retorno. Claro, o universo da série continua opressivo, mas nestes episódios presenciamos reencontros, momentos decisivos e lampejos de boa sorte para algumas das figuras que mais sofreram desde o início do seriado. E nada representou esse novo tom melhor do que a aguardada ressurreição vista no início da temporada – numa produção conhecida por matar sem pudor seus personagens, muitas vezes até os mais queridos do público, nada melhor que trazer de volta alguém morto para sinalizar o novo tom da série.

O final da quinta temporada deixou espectadores de boca aberta com a morte de Jon Snow (Kit Harington), o personagem que até então vinha sendo construído como o herói da série. Snow era um arquétipo desse tipo de história épica, o filho destinado a vingar o pai. Já vimos a série ignorar ou mesmo demolir arquétipos como esses antes, por isso por um bom tempo os espectadores temeram que, de fato, Snow não fosse retornar. Sua morte representou o ponto mais sombrio do quinto ano, um que se encerrou deixando Daenerys (Emilia Clarke) em apuros; Sansa (Sophie Turner) em fuga; Tyrion (Peter Dinklage) forçado a assumir uma posição perigosa; Arya (Maisie Williams) cega; e os Lannisters sem poder em Porto Real.

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Mas então Snow dá aquele suspiro desesperado em cima da mesa e pronto, percebemos que os roteiristas agora começam a preparar a virada do jogo. Sua ressurreição, aliás, nunca chegou nem perto de parecer uma trapaça dos roteiros, pois a possibilidade de retorno da morte vinha sendo construída dentro do seriado há anos. E a sua volta, pelas mãos da feiticeira Melisandre (Carice Van Houten), também representou o ponto inicial de uma nova tendência desta temporada. Se o ano anterior recebeu críticas e acusações – não exatamente infundadas – de misoginia, esta sexta temporada foi conduzida pelo poder das mulheres.

Tanto Sansa como Daenerys exibiram força suficiente para ditar os rumos dos acontecimentos em suas respectivas histórias, e Turner e Clarke se saíram muito bem na hora de representar essa força – Clarke, em especial, se mostrou uma atriz bem mais sólida, teve um belo momento emocional na sua despedida de Jorah (Ian Glen), e se beneficiou quando os roteiristas pararam de maltratar sua personagem.

Mas elas não foram as únicas mulheres fortes da temporada. Yara (Gemma Whelan), que sumiu por um tempo, voltou para se mostrar importante na revolta das Ilhas de Ferro – para ressaltar sua força, seu escudeiro foi Theon (Alfie Allen), que foi castrado há algumas temporadas – e até Ellaria (Indira Varma) assumiu o poder em Dorne, em mais um exemplo do patriarcado sendo substituído pelo domínio feminino. Dorne continuou sendo um porre de assistir nesta temporada, mas pelo menos este ano os roteiristas nos fizeram passar pouco tempo lá.

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Outra subtrama que não funcionou inteiramente foi o longo “treinamento Jedi” de Arya junto aos Homens Sem Face. Por muito tempo acompanhamos a personagem sofrendo e aprendendo os ensinamentos dos assassinos sem rosto de Braavos, sem entender o propósito de muitas dessas cenas. Era realmente necessário passarmos duas temporadas vendo Arya passar por isso e, ao final, percebermos que esse desenvolvimento não apresentou muitas repercussões na sua jornada? Do jeito que foi concebida e estruturada, a jornada de Arya parece ter representado apenas uma forma de dar algo para a personagem fazer enquanto o tempo corria nas outras histórias. Até mesmo sua aparição no episódio final, um momento que poderia ter tido uma grande potência emocional, soou raso. Se Daenerys foi a personagem problemática do ano 5, Arya o foi no ano 6 e espera-se que no futuro os roteiros a redimam assim como aconteceu com a Mãe dos Dragões.

Felizmente, a série soube compensar por esses problemas em outras frentes. As participações pontuais de grandes atores convidados como Max von Sydow e Ian McShane não fizeram mal, mesmo que essas aparições tenham sido curtas. Tivemos, como sempre, mortes dramáticas – uma em especial, a de um dos poucos personagens bondosos do seriado, pegou a internet de jeito – mas também presenciamos as vitórias de personagens que estavam merecendo um pouco de alento. Neste ano, finalmente os heróis começaram a ganhar algumas! Numa série que consegue ser bastante niilista e sombria, esses momentos representaram verdadeiras lufadas de ar fresco. Além disso, percebeu-se uma maior velocidade na condução dos enredos: ao chegar perto da reta final, é notório que os criadores David Benioff e D. B. Weiss querem agora acelerar um pouco as coisas.

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E de quebra ainda presenciamos a mais grandiosa batalha já vista na série, travada pelos pontos de vista dos bastardos Snow e Ramsay Bolton (Iwan Rheon). A Batalha dos Bastardos é daqueles momentos para entrar para a história da televisão, não apenas pela grandiosidade da produção, mas por se aproveitar da serialização, de anos e anos de desenvolvimento dos personagens, para tornar o momento mais intenso. E de novo, de acordo com a temática da temporada, os homens podem estar lutando e morrendo, mas é Sansa quem determina, ao final, o curso da batalha.

O final da temporada leva esse tema do poder feminino até o limite, quando percebemos a extensão dos atos de Cersei (Lena Headey) para combater seus inimigos, os membros da Fé Militante que a serviram no passado. O final promove um remanejamento de forças: se o quinto ano terminava indefinido, sem nenhuma força grande o bastante para assumir o Trono de Ferro, este não deixa dúvidas: agora é a hora das mulheres. Afinal, até a menininha Bella Ramsay roubou algumas cenas como a pequena Lyanna Mormont… Nessa interessante virada, Game of Thrones descarta um pouco da aura sombria que a série vinha exibindo recentemente, e apesar de todas as mortes e violência, se dá até ao luxo de incorporar alguma esperança. Sendo Game of Thrones, podemos esperar que essa esperança não dure muito. Mas, por hora, a série volta ao topo. Não há nada parecido com ela no cenário televisivo pop atual, e com sua exemplar sexta temporada, Game of Thrones volta definitivamente a ser televisão imperdível.

Críticas: Primeira TemporadaSegunda TemporadaTerceira TemporadaQuarta TemporadaQuinta Temporada

Nota do CD:
[Rating: 4/5]

Trailer:

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Categoria: Ivanildo Pereira, Resenhas de Seriados

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Comentários (1)

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  1. Valeria Loza disse:

    A serie GoT é maravilhosa, bom elenco. Na última temporada eu amei, eu estava animado em todos os momentos, me desespero longa espera tanto tempo para ver o próximo, mas já próxima estreia, partilho horários e data de lançamento para esta nova etapa: http://br.hbomax.tv/serie/Game-of-Thrones-Temporada-07-/501441 tenho certeza de que, depois de Então, espere, Game of Thrones vai cumprir as nossas expectativas.

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