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[Resenha/Crítica]: Jason Bourne

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Estreia nessa semana nos cinemas brasileiros Jason Bourne, este será o 5° filme da franquia Bourne nos cinemas e o 3° com a parceria entre Matt Damon e Paul Greengrass. Nos bastidores de hollywood se comentava que o maior motivo para Damon ter pulado fora do 4° filme da franquia – que depois tomou outros rumos e teve a participação de Jeremy Renner – foi a ausência de Greengrass no projeto. Este novo longa tenta servir como reboot para as aventuras do personagem, mas sem desconsiderar os eventos vividos anteriormente por Bourne e de certa forma esquecendo a trama desenvolvida em O Legado Bourne.

Além de Damon, o filme ainda conta com a presença Tommy Lee Jones fazendo o papel do Diretor da Cia Robert Dewey, papel em alguns aspectos similar o que lhe deu o Oscar em O Fugitivo (1993). A bela e jovem Alicia Vikander depois de chamar a atenção do mundo em 2015 em filmes como A Garota Dinamarquesa e Ex-Machina debuta nos filmes ação vivendo a analista Heather Lee. Já para viver o antagonista de Bourne o estúdio selecionou o versátil Vincent Cassel (Cisne Negro).

Desde os acontecimentos do ultimo filme Jason Bourne mantém-se fora do radar da justiça americana, ele vive como um lutador de rua quando surpreendentemente é contactado por Nicky Parsons (Julia Stiles). Ela lhe procura oferecendo novas informações sobre seu passado indicando que talvez o seu recrutamento para o projeto Treadstone não tenha sido tão voluntário como ele imaginava. Inicialmente resistente, ele acaba se envolvendo novamente com tramas políticas e segredos que o levam às atenções das autoridades norte americanas. O novo diretor da CIA Robert Dewey (Tommy Lee Jones), teme que Bourne prejudique ainda mais os projetos da agência com o o vazamento de dados para o público e por isso decide começar novamente uma nova caçada ao mesmo. Mas dentro na CIA, no entanto, nem todos concordam com a visão dele, a novata Heather Lee (Alicia Vikander) acredita que tentar recrutar Bourne para a agência talvez seja a melhor solução.

Em 2002 quando chegou aos cinemas o primeiro filme da franquia o personagem Jason Bourne conseguiu ser uma brisa diferente para os filmes de ação e espionagem, o gênero que há muito vinha ficando refém da computação, slowmotion e gadgets vislumbrou uma nova forma de atrair o público. O sucesso da franquia com foco em cenas de ação coreografadas, mais efeitos práticos e na trama política foi abraçado posteriormente por James Bond nos filmes de 007 entre Cassino Royale e Spectre. Por isso, eu tinha boas expectativas com esse reboot, ansiando por uma trama realmente interessante e que justificasse a volta do personagem depois de sua auto-aposentadoria.

Jason Bourne não deixa dúvidas quanto aos rumos que a franquia quer e que o estúdio vai tentar fazer ainda mais dinheiro nos cinemas utilizando-se do personagem e deste universo já criado. Infelizmente, falta frescor na trama, que se assemelha muito aos filmes anteriores. Isso faz com que dentro de seu próprio universo este filme se torne repetitivo e cansativo em alguns momentos já que as resoluções para a reinserção do personagem na trama são bem óbvias e genéricas. Se o conteúdo tem seus solavancos a parte técnica do longa é muito bem executada, com destaque para a primeira grande sequência de ação na Grécia e o encerramento com uma perseguição de carros em Las Vegas que tirará o fôlego dos leitores mais exigentes. A escolha por uma câmera mais intimista e solta dentro da ação além de priorizar os efeitos práticos – marcas registradas da franquia – continuam diferenciando este filme da concorrência, mas não o suficiente para tornar a película acima da média.

Nota:
[rating: 3/5]

Sinopse: Há quase duas décadas, um jovem e brilhante soldado se ofereceu como voluntário em um programa experimental de operações especiais, depois de ser informado de que terroristas haviam matado seu pai. Ele recebeu a promessa de que poderia honrar sua família e seu país evoluindo ao inimaginável um intelecto já impressionante, uma agilidade competente e um conjunto de habilidades adaptáveis. Era tudo mentira e agora depois de se vingar e conhecer sua verdadeira identidade, Bourne volta a ativa para desvendar ainda mais mistérios sobre o seu passado e o programa que assassinos de elite que o criou.

Trailer:

FICHA TÉCNICA
Título no Brasil: Jason Bourne
Título Original: Jason Bourne
Ano Lançamento: 2016
Gênero: Ação
País de Origem: EUA
Duração: 123 minutos
Direção: Paul Greengrass
Estreia no Brasil: 28/07/2016
Estúdio/Distribuidora: Universal Pictures
Idade Indicativa: 14 anos
Elenco: Matt Damon, Julia Stiles, Tommy Lee Jones, Alicia Vikander, Vincent Cassel, Riz Ahmed, Ato Essandoh, Scott Shepherd, Bill Camp, Vinzenz Kiefer e Stephen Kunken.

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Categoria: Ação, Detalhando, Em Cartaz, Resenhas de Filmes, Silvano Vianna, Thriller

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