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Resenha de Filme: Guerra Mundial Z

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Outro filme de zumbi? Que pessoal mais sem criatividade. Talvez essa última afirmação seja mesmo verídica. Mas a recente – e problemática – produção Guerra Mundial Z têm um detalhe que faz toda a diferença: Brad Pitt (O Homem da MáfiaA Árvore da Vida). Quando elucidei evidentes problemas em torno da obra, não falava de seu resultado final, mas dos percalços em refilmarem boa parte da trama. O que gerou certo desgaste entre elenco, direção e estúdio, principalmente pelo custo final ter ficado bem acima do projetado. Creio que talvez a alcunha mais indicada para o objeto de resenha em questão, seja: “O novo filme de Brad Pitt.”, ou até mesmo, “O filme de Zumbi de Brad Pitt.” Perceberam quantas vezes escrevi o nome do marido de Angelina Jolie (Kung Fu Panda 2Salt) em menos de dez linhas? O ator, um boa-praça nato, de fato, sempre atraí os holofotes para suas investidas cinematográficas (muito também por ser eficiente e diversificar seus papéis). Mas Pitt têm uma característica que o difere de outras estrelas hollywoodianas: nunca faz seus personagens serem maiores que os filmes. Alguns verão como uma qualidade, outros um demérito.

Extremamente à vontade na pele do unidimensional Gerry Lane, um ex-agente da ONU acostumado a trabalhar em ações de risco, Brad Pitt entrega uma interpretação deveras caricata, porém, de fácil identificação. Quando uma “epidemia zumbi” inexplicável toma conta do planeta, primeiro o homem precisa salvar sua família, gerando no prólogo os vinte melhores minutos de Guerra Mundial Z. É quando a ameaça se faz mais palpável. Em seguida, com seus entes à salvo em um navio repleto de autoridades trabalhando em prol da solução da crise, Gerry é novamente recrutado para liderar a investigação que irá atrás do paciente zero, ou seja, o primeiro zumbi, e assim trabalhar em uma cura. Nesse sentido, o filme dirigido pelo também eclético Marc Forster – A Última Ceia (2001), Em Busca da Terra do Nunca (2004), Mais Estranho que a Ficção (2006) – vai de encontro a produções como o recente Contágio (2011), de Steven Soderberg e à contramão do estilo da popular série de TV The Walking Dead. Pois diferente de sua parente da telinha que foca nos relacionamentos humanos, usando o mote dos zumbis como pano de fundo, Guerra Mundial Z não tem vergonha em se declarar com um exercício de gêneros. Sejam eles suspense, terror e principalmente ação.
Saltando de país em país – no melhor estilo James Bond – Gerry Lane segue sua linha de investigação caótica. A trama de Guerra Mundial Z tenta elucidar suspense, mistério, mas o espectador calejado sabe muito bem onde tudo vai dar. Então é curioso perceber que existem certas ousadias sintomáticas por parte de Forster e possivelmente da trupe de roteiristas (quatro, ao total, incluindo entre eles Drew Goddard do recente e incensado O Segredo da Cabana). Mesmo que seja velado, existe certo humor, deveras irônico, que permeia boa parte da narrativa. Não se furtando em sacar personagens possivelmente importantes para o desenrolar da trama, zombar de clichês batidos – percebam a cena em que um telefone toca exageradamente iniciando a ação -, ou mesmo atrasar o clímax com um cena sem sentido, gratuita, apenas para tirar sarro da cara da audiência.  Como afirmei em algum momento desse parágrafo, essas condições não são escrachadas e quem não embarcar na proposta, pode sentir certo desconforto, acreditando que o roteiro seja mesmo preguiçoso. Ou até seja, mas, particularmente, diria ser presunçoso. Contudo, uma presunção bem-vinda, assertivamente ancorada  no action-hero minimalista de Pitt.

Tal como o seu (criticado) Quantum of Solace (2008) – olha novamente a referência a 007 -, o diretor alemão Marc Forster concebe um filme em que o protagonista salta sem parar de uma sequência agitada para outra. Existe muito pouco tempo para o personagem pensar, assim como para a audiência. Entre um mini-plot e outro, Gerry arregimenta quase que por um passe de mágica suas idéias e embarca em mais ação. Isoladas, tais sequências  poderiam muito bem funcionar como curtas-metragens. Mas não pensem que Guerra Mundial Z é um filme desconexo. Ao contrário, Forster entrega uma história enxuta e que vai direto ao ponto: abstrair o público com um entretenimento simples e eficaz. O que depõe contra é a condição excessivamente artificial dos zumbis, que de tão irreais, não metem medo em ninguém. Os monstros também mesclam características clássicas dos criados por George A. Romero em A Noite dos Mortos Vivos (1968), com a repaginada que Danny Boyle deu nas criaturas em Extermínio (2002).

Se Guerra Mundial Z não é o filme que muitos esperavam, também não é o fracasso prenunciado. É uma obra simples e com prerrogativas metafóricas esvaziadas. No entanto, feito na medida para agradar em uma sessão despretensiosa ao lado de boa companhia.

Nota do CD:

[rating:3.5/5]

Nota dos Leitores:

[kkstarratings]

Trailer do Filme:

Ficha Técnica:
Guerra Mundial Z (World War Z).
Direção: Marc Forster.
Roteiro: Matthew Michael Carnahan, Drew Goddard, Damon Lindelof, J. Michael Straczynski.
Duração: 116 min.
País: EUA/Malta.
Ano: 2013.
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, James Badge Dale, Matthew Fox, Fana Mokoena, David Morse, Pierfrancesco Favino, Moritz Bleibtreu.

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Categoria: Ação, Celo Silva, Resenhas de Filmes

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Comentários (4)

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  1. lucoelho disse:

    (comentario com SPOILER)

    Achei o filme bem fraquinho… Mas admito que to no time dos que acharam o roteiro preguiçoso até falar chega…

    Primeiro o telefone toca quando não deve, depois a bateria acaba quando o protagonista mais precisa… Aviões e vivos chegando a Jerusalem, os mortos nem se incomodam… Mas uma menininha árabe começa a cantar e eles se empilham nas paredes em desespero… eram todos os zumbis judeus? Enchem um avião com gente para levar prum lugar seguro, mas não olham no “elevador-armário-que-raios-era-aquele-compartimento”? nao entendo de aviões. Claro, claro, afinam, que mal faz voar horas com um zumbi a bordo e infectar uma das poucas regioes seguras do planeta?

    E o dialogos entre os demais personagens e o delicinha do Brad? “Oi, onde voce está? – Nao tenho tempo para isso, ache uma unidade da AMS que funcione”. Oi? Que tal vc falar onde vc esta para que o coleguinha ache uma unidade da AMS que voce possa alcançar com seu avião com meio tanque (porque ele veio de sei-la-onde e definitivamente não teve tempo de abastecer)? Ou, caso o coleguinha possa te localizar pelo seu telefone via satelite, porque nao ser educado e falar, “brother, acha uma AMS perto de onde estou., Acabei de ter uma epifania”, o que ganharíamos com isso? Coerencia…

    Os dialogos junto com o pessoal do tal centro de vacina não são lá muito melhores. “Não, esses frascos não!” (sério gente, vocês mandaram o cara lá pegar amostras de doenças e não falaram quais ele devia pegar? É confiar demais que os três passariam pelos zumbis). E aliais, a informação de que haviam frascos ali que podiam mata-lo servem para que? Isso, para nada! Não gera nem suspense, porque você sabe que ele sairá de lá numa boa, dando tapinha nas costas dos zumbis. Era melhor fingir que o brad sabia exatamente o que estava fazendo (considerando que ele se preparou para missao e que tinha algum conhecimento sobre doenças, era algo ate razoavel de supor).

    Isso sem falar em outros cliches que vão aparecer ao longo de todo o filme e sem o tratamento ironico de “Zumbilandia”; os pais mexicanos deixados para morrer no apartamento (cara, se voce nao fala ingles nesse tipo de filme, nem precisa correr, esta fadado a ser assassinado), a esposa amorosa que nao serve para absolutamente nada, a criança asmatica, o agente forçado para um missao, o cientista atrapalhado, o prisioneiro doidao que sabe de tudo, os soldados que se auto-sacrificam… Cara, dava para fazer um roteiro muito melhor que isso (mas ao que tudo indica, o final que nao foi gravado era ainda pior que esse).

    Basicamente eu gostei de três coisas: das lindas cenas de corpos se empilhando e destruição global (ficaram boas mesmos); do protagonista percorrer várias cidades, e da premissa da camuflagem (que não é original, mas foi a primeira vez que eu vi a ideia de se camuflar usando uma doença). Aliais, a premissa da camuflagem é tão legal que merecia um filme para explora-la melhor (oras, normalmente o incio da infecção zumbi é em hospitais que são abarrotados de gente com todo o tipo de doença o que permitira uma descoberta gradual da possibilidade da camuflagem, ao invés de uma epifania num avião).

    É claro que é um filme divertido e tals… Mas para mim fica bem abaixo da maioria do gênero (definitivamente abaixo de “noite dos mortos vivos” “madrugada dos mortos”, do pouco convincente “terra dos mortos”, de exterminio 1 e 2, de zumbilandia, de “eu sou a lenda” – e olha que são 2h basicamente de will smith). Enfim, acho que só fica acima dos resident evil (que costumam te roteiro sofrível tb, mas dá para entender, já que o filme é baseado num jogo e os fãs esperam que o filme tenha as cenas do jogo mesmo que o roteiro nao permita).

  2. fabricia disse:

    amei o filme isto sim e um ato de coragem

  3. fabricia disse:

    adorei a filme muito bom . gostei da atitude di gery continue assim homem de coragem

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