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Hitchcock

O filme Hitchcock, que tem previsão para chegar aos cinemas do Brasil em 8 de Fevereiro, é focado não na vida do famoso diretor e sim no produção de seu maior sucesso, Psicose. O projeto é o resultado da adaptação para os cinemas do elogiado livro Alfred Hitchcock and the Making of Psycho de Stephen Rebello. O filme é dirigido pelo ainda desconhecido do público Sacha Gervasi, que anteriormente comandou o documentário Anvil: The Story of Anvil (2008) e escreveu o roteiro de O Terminal (2004). Ele ganhou muito respeito depois de fazer esse documentário recebendo prêmios em alguns festivais, elogios da crítica e também de outros cineastas (incluindo o polêmico Michael Moore).

O elenco do filme é encabeçado por duas lendas vivas, os talentosíssimos Anthony Hopkins (O Ritual, Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos) que vive Alfred Hitchcock e Helen Mirren (Red – Aposentados e Perigosos, Intrigas de Estado) interpretando a sua mulher Alma Reville. Além deles o filme ainda conta com as presenças da veterana Toni Collette (A Hora do Espanto, Pequena Miss Sunshine) ao lado das belas Scarlett Johansson (Os Vingadores, Compramos um Zoológico) interpretando a atriz Janet Leighe e Jessica Biel (O Vingador do Futuro, Esquadrão Classe A) que faz o papel da atriz Vera Miles.

Agora que a temporada de prêmios de cinema esta a todo vapor as minhas expectativas para a esta produção já tinham caído bastante, especialmente porque o filme recebeu poucas indicações nesse período. De certa forma quando fui conferir esse longa eu já estava tentando entender o que deu errado para essa combinação tão interessante de cinebiografia de um ícone, mais diretor promissor e atores competentes não ter funcionado tão bem quando eu esperava. Acho que a principal razão disso foi um erro que vem acontecendo nas cinebiografias mais recentes e que comentei em meu texto da crítica de Lincoln
Assim como em  Dama de Ferro e J. EdgardHitchcock falha por não conseguir tornar o seu filme interessante para o espectador. Boa parte do tempo de projeção é perdida tentando colocar um aspecto macabro na figura do diretor que aparentemente tinha devaneios psicopatas, algo não só é desnecessário como também é deselegante para se incluir no longa já que macha a imagem do cineasta perante o grande público. Outra coisa que ficou meio que sem cabimento foi a relação construída entre Hitchcock e a sua esposa Alma, durante outra boa parte do longa ficamos presos em cenas de ciumes infantis dos dois e que em nada tem haver com a proposta do projeto que seria mostrar para o espectador como foi feito o filme Psicose. 
No final da projeção a minha sensação é que eu tinha sido enganado pois o filme em seu título sugere se tratar de uma cinebiografia do mestre Alfred Hitchcock, coisa que não o faz, enquanto a sua sinopse sugere que ele vai abordar a construção do seu maior sucesso (Psicose), coisa que faz com ressalvas. A minha percepção não foi pior pois Helen Mirren nos brinda com uma boa atuação e os aspectos técnicos do filme estão muito bem feitos especialmente a equipe de maquiagem que merece muitos elogios e fez um trabalho soberbo. Infelizmente como cinebiografia de Alfred Hitchcock ou de sua maior obra Psicose esse projeto deixa muito a desejar, talvez se fosse divulgado e vendido como uma biografia do casal a minha decepção não tivesse sido tão grande.

Categoria: Drama, Fraco, Resenhas de Filmes, Silvano Vianna

Sobre o autor ()

Um dos fundadores do Cinema Detalhado, sou psicólogo de formação e cinéfilo por opção. Assisto a qualquer tipo de filme, mas sou muito mais criterioso para recomenda-los.

Comentários (3)

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  1. Tiago Britto disse:

    E o Hopkins? Pq foi tão esquecido?

  2. Hugo disse:

    A vida de Hitchcock tinha tudo para render um grande filme, mesmo sendo abordado apenas um pequeno período, mas ao que parece o resultado não é dos melhores.

    Mesmo assim ainda pretendo assistir.

    Abraço

  3. Bom, eu ainda não conferi o filme, mas sempre ficou claro que a fita não seria uma cinebiografia do mestre do suspense. Quanto ao personagem com devaneios psicopatas, me parece que Gervasi quis fazer um humor negro em torno da figura de Hitch, que sim, era estranho e irreverente, um showman, não vejo porque ficaria ofensivo. macabro era seu sobrenome.

    Enfim…
    Não vejo a hora de assistir!

    Abs.

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