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Crítica: Magic Mike

Antes mesmo de Magic Mike ser finalizado, a história que vinha sendo ventilada de seus bastidores, era que o novo filme do diretor americano Steven Soderbergh seria baseado em uma fase da vida de um dos seus protagonistas, o ator Channing Tatum. O próprio Tatum afirmou que antes da fama, teve que ganhar a vida como stripper. Sendo as informações verídicas ou não, a verdade é que a história acabou gerando um bocado de propaganda e também expectativa sobre o filme. No entanto, infelizmente, Magic Mike não é daquelas situações em que o excesso de expectativa atrapalha a apreciação da obra. No seu caso, o filme é apenas ruim mesmo, sem mais e nem menos.
A parca trama acompanha o cotidiano de Mike (Channing Tatum), sujeito que perto dos seus trinta anos, trabalha de dia consertando telhados e de noite como atração principal em um clube de mulheres. Em um desses dias ensolarados no seu trabalho matinal, sabe-se lá porque ele conserta telhados, já que ganha um bom dinheiro ficando peladão, conhece o jovem Adam (Alex Pettyfer, de Eu Sou o Número 4), um rapaz que abandonou a faculdade e sem muitas perspectivas, mora de favor no sofá da irmã enfermeira, a insossa Brooke (Cody Horn). Não demora até que Mike lhe arrume um lugarzinho no show de stripperscomandado pelo folclórico Dallas (Matthew McCounaughey, o sopro de talento e irreverência do filme). Entre números musicais sensuais, até coreografados com alguma eficiência, a dupla vai tentar mostrar como é difícil a vida de tirar a roupa, fazer dinheiro em cima do corpo e “pegar” o máximo de mulheres possíveis.
Entre problemas evidentes, antes de colocá-los, é importante ressaltar que Magic Mike é daquelas realizações ruins que tem uma narrativa até agradável e que mesmo com um andamento incomodo em relação as suas soluções mal elaboradas, rasteiras, a obra nunca, de fato, é enfadonha. O diretor Steven Soderberghaposta em uma montagem enxuta, talvez até percebendo o quão problemático seja o material filmado que tinha em mãos, e assim, entrega um produto final sem tantas arestas e que pode até enganar um espectador desatento. No entanto, mesmo mascarando aqui e ali seu produto, principalmente com edições seguidas dos atores tirando a roupa, não se precisa muito mais que um pouquinho de atenção para notar o quanto a contextualização é preguiçosa, com seqüências que levam de lugar algum a nenhum lugar e diálogos terríveis, confirmando assim, um roteiro um tanto pouco estudado do novato Reid Carolin.  Longe, mas muito longe, de ser um Boogie Nights ou mesmo um Showgirls masculino (o filme de Paul Verhoeven é uma maravilha perto de Magic Mike), esse trabalho mais recente de Steven Soderbergh comprova o quanto acomodado o diretor parece estar.
Com uma temática curiosa em mãos, e que obrigatoriamente alude ousadia, essa é uma característica que deveria ser a principal, mas que passa distante da obra. Magic Mike é um filme convencionalmente ordinário, repletos de clichês jogados ao vento e de atuações sofríveis. O ator e aspirante a galã, Alex Pettyfer, traz uma atuação sem o mínimo de inspiração, na verdade, acredito até que lhe falte talento dramático para interpretar um personagem, que na tese, deveria ser repleto de nuances. O ator busca suprimir a ausência de talento, e carisma também, com diversas caras e bocas inexpressivas, além de parecer pouquíssimo à vontade no papel. Channing Tatum até se esforça, mas sabe-se que seu forte não é dramatizar, e canastrão, acaba parecendo um pastiche de si mesmo, seja quando joga seu charme ou realiza suas coreografias incensadas. O resto do elenco de strippers, entre eles Joe Manganiello, o lobisomem da serie True Blood, entra mudo e sai calado, difícil traçar um parâmetro para atuações tão figurativas. O resultado final fica entre o engodo e o embuste.

Categoria: Celo Silva, Drama, Resenhas de Filmes, Ruim

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Comentários (1)

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  1. Luís disse:

    Nossa, sabe, por um momento eu pensei nesse filme e ele me remeteu a “Ou Tudo ou Nada”, sabe qual é? Mas jamais pensei, nem por um momento, que esse estrelado por Tatum pudesse ser bom, até porque ele jamais fez nada bom, embora haja um ou outro filminho bacana.

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